GRUPO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘Alberto João Jardim’ Category

INAUGURAÇÕES SÃO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO DO GOVERNO REGIONAL

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Raquel Coelho considera que há um claro abuso de poder do GR ao fazer inaugurações em período de campanha eleitoral.

A deputada do PTP, Raquel Coelho, diz que o seu partido vai votar a favor da proposta do PCP que propõe acabar com as inaugurações em período de campanha eleitoral

Raquel Coelho diz que as inaugurações em período de campanha eleitoral “são um claro abuso de poder” e que Alberto João Jardim e o seu governo utilizam as inaugurações “como animais de estimações” para obter votos.

A deputada PTP lembra que deputado do CDS, Martinho Câmara, que em 2007 quando era vereador na Câmara da Calheta pelo CDS de “ser amigo da oposição e votar a favor ou abster-se em deliberações nas reuniões camarárias”, da Calheta.

 

Fonte: http://www.diariocidade.pt/?p=80721

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RAQUEL COELHO PEDE EXPLICAÇÕES SOBRE VIAGEM DE JARDIM

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A viagem de Jardim pela Europa, que só terminará no próximo mês, foi o motivo de uma interpelação à Mesa de Raquel Coelho. A líder parlamentar do PTP pretendia saber qual o motivo da viagem, o programa e outros pormenores. Miguel Mendonça respondeu com uma referência ao regimento da ALM, garantindo que esse tema não era próprio de uma interpelação.

Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/438341-raquel-coelho-pede-explicacoes-sobre-viagem-de-jardim

OS GESTORES DO REGIME JARDINISTA QUE FALIRAM A “ILMA”

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Declaração Política Semanal na ALRAM do deputado José Manuel Coelho

Aqui temos um exemplo de boa digestão dos caciques do regime jardinista protegidos pelos tribunais que apenas se preocupam em prender o Coelho.

ENGENHEIRO NARCISO BRANCO:

- Narciso Branco, foi presidente do Conselho de Administração da ILMA até Dezembro de 2012. Sucedeu ao senhor Egídio Pita da Ponta do Sol já falecido, muito conhecido pelos seus tiques violentos e por carregar sempre uma arma no bolso.

Narciso Branco tinha 2 ordenados: um da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas e outro da ILMA.

A partir do ano 2000, começou a auferir de mais de 2000 euros mensais até Dezembro de 2012 pela ILMA.

 DEPUTADO VICENTE PESTANA

- Quadro da Direcção Regional de Agricultura e Pescas, acumulou juntamente com o ordenado, senhas semanais de presença da ILMA desde o ano de 1982 até 2000, altura em que veio para deputado.

- O dito senhor havia semanas que não aparecia na empresa e recebia na mesma as senhas de presença.

- Era vogal do Conselho de Administração junto com outros figurões do regime jardinista.

 PAULO FIGUEIROA

- Era o administrador executivo da ILMA, hierarquicamente abaixo do Engenheiro Narciso Branco (no entanto, era este cacique do PSD quem punha e disponha de tudo).

- Figueiroa era conselheiro do Vice-presidente Cunha e Silva. Também tinha 2 ordenados.

- Esteve na ILMA como presidente da cooperativa UCALPLIM desde 1982 até Dezembro de 2012. Desde o ano 2000 com ordenado chorudo de 2500 euros mensais. O senhor Figueiroa, depois de sair em Dezembro de 2012 da ILMA comprou um Mercedes topo de gama preto.

ANTÓNIO EMANUEL DE OLIVEIRA E FREITAS (BRAGANÇA)

- Este senhor é quadro da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais. Também auferia 2 ordenados: um da Secretaria e outro da UCALPLIM, desde de 1972 até ao ano 2000 em cerca de 100 contos mensais.

- A partir de 2000, foi vogal nas reuniões do Conselho de Administração e juntamente com o colectivo de figurões do regime jardinista no executivo da empresa, recebiam 250 euros semanais de senhas de presença.

- Curiosamente, recebia até na semana da Páscoa, do Natal e do Ano Novo quando a empresa estava encerrada.

- Conforme depoimento dos trabalhadores, numa altura em que ia para Itália num cruzeiro marítimo, junto com o seu amigo Dr. Eduardo Abreu (que faliu a SANTAGRO, este senhor é irmão da Dra. Maria José do antigo IFADAP), saiu do barco e foi a correr à ILMA receber as 4 senhas de presença do mês a que tinha direito (1000 euros). Já deu para pagar o cruzeiro.

- As senhas de presença duraram até Dezembro de 2012, altura que o Governo alienou os 48% de cotas que tinha na ILMA em troca da dívida de 1 milhão e 800 mil euros que a UCALPLIM devia à empresa. (Se em vez das cotas, entregassem o dinheiro, dava para os trabalhadores receberem a sua indeminização).

- Este e todos os outros senhores administradores faziam as compras semanalmente na ILMA, de modo a abastecerem as suas despensas lá em casa.

Todas as semanas recebiam uma caixa de iogurtes, manteiga, queijo, gelados e sumos no valor aproximado de 50 euros.

Quando chegava ao Natal, Bragança presenteava todos os seus amigos com o chapéu alheio. Oferecia produtos da ILMA que lhe eram fornecidos a custo zero.

Na época natalícia, a ILMA colocava uma carrinha com motorista e ajudante durante uma semana inteira a oferecer presentes a todos os amigos do jardinismo. Os presentes eram produtos da ILMA.

Nas famosas Universidades de Verão do Porto Santo, o Bragança e o Paulo Pereira, faziam deslocar uma carrinha cheia de produtos da empresa para a comitiva do senhor presidente Alberto João Jardim (até incluía gelados), sabendo nós que o senhor presidente não gostava dos mesmos.

O famoso Bragança dispunha do carro mais “bêbado” da empresa para se deslocar para onde quisesse. Era um Rover 2.14 verde e a gasolina. Abastecia-o 3 vezes por semana na bomba de gasolina do Jana de São Vicente, seu querido sogro.

As contas vinham todas para a ILMA pagar, juntamente com as jantaradas que pagava aos amigos.

Para finalizar, informamos que estão 84 trabalhadores desempregados e a ”ver navios”, com 15 e 40 anos de empresa. Nem sequer estão a receber o subsídio de desemprego.

 

QUEBRA COSTAS – RATARIA EM PÂNICO!

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PTP ALERTA: DESEMPREGO E CRISE FINANCEIRA GERAM NOVAS “BOLSAS DE POBREZA”

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NA FREGUESIA DE SÃO ROQUE COELHO ENCONTROU MUITA POBREZA ENVERGONHADA

Famílias que perderam os seus trabalhos são obrigadas a entregar as casas aos bancos e a viver em barracões de madeira sem condições de habitabilidade

José Manuel Coelho foi porta voz de uma ação política do grupo parlamentar do PTP no Galeão, freguesia de São Roque, Funchal.
O deputado do PTP visitou uma família que vive num barracão de madeira sem quaisquer condições de habitabilidade que, quando chove, tem infiltrações e o agregado familiar é obrigado a abandonar a “casa”.
Coelho apelou ao novo elenco camarário do Funchal, empossado no inicio desta semana, e ao Governo Regional, que tomem mediadas para combater aquilo que classifica de “novas bolsas de pobreza” que começam a emergir e a proliferar por toda a cidade.

O deputado do PTP pede aos governantes que estejam atentos à “pobreza envergonhada” escondida nas freguesias do Funchal e um pouco por toda a região.
Coelho concluiu que fará tudo o que estiver ao seu alcance, quer seja através das assembleias de freguesia, câmara municipal e através da sua posição de deputado na Assembleia regional, para que, situações como esta, sejam reveladas entidades públicas e sejam alvo de uma intervenção social de modo a garantir o acesso a uma habitação condigna.

JUSTIÇA PORTUGUESA COM DUALIDADES DE CRITÉRIOS PENALIZA POPULAÇÃO EM DETRIMENTO DOS INTERESSES DOS EMPRESÁRIOS ASSOCIADOS AO REGIME

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JOSÉ MANUEL COELHO ESTEVE JUNTO À QUINTA DO LORDE PARA MOSTRAR COMO A POLÍTICA DE “DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS” DA JUSTIÇA PORTUGUESA PREJUDICA OS INTERESSES DO POVO MADEIRENSE, PROTEGENDO E FAVORECENDO OS INTERESSES DOS GRANDES EMPRESÁRIOS ASSOCIADOS AO REGIME JARDINISTA.

O Deputado José Manuel Coelho, porta-voz da ação política do Grupo Parlamentar do PTP, esteve junto à Quinta do Lorde, no Caniçal, para denunciar, uma vez, mais a dualidade de critérios na aplicação da lei aos grandes empresários e, por outro lado, como esta é aplicada aos pequenos empresários e ao povo.

Coelho relembra que o empresário Samuel França viu a obra junto ao Porto Novo, Santa Cruz, ser embargada por uma clara violação do domínio marítimo. O Supremo Tribunal Administrativo  deu razão à capitania, por falta de concessão de licença para a construção de moradias naquela área, embargou a obra. O empresário ficou em dificuldades e teve de abandonar o projecto.

O deputado afirma que o Tribunal Administrativo e Fiscal do Sul e Ilhas, perante uma situação idêntica, não tomou a mesma medida. O empreendimento “Quinta do Lorde” do empresário Luís Miguel de Sousa, ocupando o domínio público marítimo, estando dentro de uma área protegida pela Rede Natura 2000, não teve qualquer impedimento legal e prossegui, estando agora edificado um condomínio turístico  de luxo que, tem a agravante de limitar o acesso ao mar às populações naquela localidade. Quem quiser ir à praia na “Quinta do Lorde” tem de pagar 15 euros.

O deputado do PTP demonstra assim que a protecção da justiça a este  empresário do regime Jardinista acabou por penalizar o povo madeirense.
A justiça portuguesa não aplica a lei a ilegalidades cometidas por estes  empresários, mas quando se trata de um cidadão comum ou um pequeno ou médio empresário tem logo a mão pesada da lei a persegui-lo para fazer aplicar as sanções.

Citação

PTP DENUNCIA “ROUBO DESCARADO” DE APOIOS À RECONSTRUÇÃO

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Coelho acusa Arlindo Gomes de ter impedido que uma agricultora recebesse o subsídio a que tinha direito

 

O PTP esteve esta tarde no Estreito de Câmara de Lobos para denunciar aquilo que classifica de “truques manhosos” para roubar os subsídios. Em causa a candidatura, feita por uma agricultora residente na zona da Marinheiro, para a reconstrução de um muro que ruiu no ’20 de Fevereiro’ e que havia sido aprovada pelo IFADAP. Só que entretanto, acusa José Manuel Coelho, o presidente da Câmara, Arlindo Gomes, interferiu no processo, e o apoio não se concretizou.

“Um exemplo prático da maneira como o regime jardinista trata os seus agricultores”, naquilo que o líder ‘Trabalhista’ na Região classifica de “roubo descarado”.

PROCURADOR QUE PROTEGEU RESPONSÁVEIS PELA OCULTAÇÃO DE DÍVIDAS DO REGIME “FOGE” PARA LISBOA

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COELHO SOLIDÁRIO COM JUIZ QUE QUER CONDENAÇÃO DOS CORRUPTOS DO REGIME JARDINISTA

Varela Martins, Procurador-geral adjunto da secção regional do Tribunal de Contas da Madeira, pediu dispensa de funções na sequência do despacho do juiz conselheiro, João Aveiro Pereira, que o censurou publicamente por não julgar os elementos do Governo Jardinista responsáveis pela ocultação de dívidas no sectores da Saúde e do Desporto.

Este Procurador, conivente com o regime corrupto de Jardim e sem coragem para defender a revelação da verdade dos acontecimentos, pediu à  procuradora-geral da República que o libertasse das funções que vinha exercendo, porque não tinha “serenidade para continuar”, ou seja, tal como Miguel Relvas, faltou-lhe “força anímica” para continuar ao lado do regime.

Coelho mostrou-se solidário com o juiz conselheiro da secção regional do Tribunal de Contas, João Aveiro Pereira, pela sua coragem em expor e denunciar estes atropelos à justiça e quando afirmou ser  incompreensível e chocante a recusa do Ministério Público, “não porque não haja factos e provas em abundância, que tornam os indícios fortes, indeléveis e não escamoteáveis, mas porque optou por uma linha de raciocínio divergente da realidade plasmada na auditoria” referindo-se aos encargos da administração regional “varridos para debaixo do tapete”.

BANCOS RECEBEM PRIMEIRO DO QUE TRABALHADORES

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Coelho diz que trabalhadores do Sá estão esquecidos

O PTP esteve, hoje, junto às instalações do grupo Sá, em São Martinho, onde disse que os trabalhadores estão a ser tratados sem dignidade.

José Manuel Coelho disse que existem entidades do grupo que não estão sujeitas ao processo de insolvência em curso, nomeadamente o detentor do património imobiliário.

A prioridade, afirma o deputado do PTP, está a ser dada aos bancos em detrimento do trabalhadores, alguns com 6 e 8 meses de salário em atraso.

Os administradores, incluindo o de insolvência, “não dão satisfação aos trabalhadores”. “Vendem o património para pagar aos bancos e esquecem-se dos trabalhadores.”

Coelho apelou aos trabalhadores madeirenses para participarem nas comemorações da USAM do 1º de Maio. “Não vão nas palavrinhas mansas” do secretário da Educação, apela.

O deputado aproveitou a ocasião para lembrar o envolvimento da deputada Maria João Monte no caso dos pagamentos indevidos ao médico Marcelino Andrade e acusou Miguel Mendonça de duplicidade de critérios no levantamento da imunidade parlamentar, no seu (Coelho) caso e no de Maria João Monte.

Fonte:

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COELHO CONTRA A “CANALHA FASCISTA” QUE INFESTA OS TRIBUNAIS

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JUSTIÇA DE “UTILIZADOR/PAGADOR” APENAS SERVE CLASSES ABASTADAS E AFASTA DOS TRIBUNAIS OS TRABALHADORES INJUSTIÇADOS

JUSTIÇA NA MADEIRA TEM DADO COBERTURA AOS PROTEGIDOS DO REGIME

José Manuel Coelho, esteve hoje junto ao Tribunal do Trabalho no Funchal para mostrar a sua indignação contra a justiça que está corrompida pelo poder político, pelos interesses do regime cobrando injustamente taxas de justiça elevadíssimas aos trabalhadores mais desprotegidos e desfavorecidos.

Para o deputado do PTP, os tribunais e os seus magistrados são fascistas e estão corrompidos pelo poder político e governativo do regime instalado. Os tribunais, no seu entender, estão ao lado das elites do regime enquanto que os trabalhadores, para além de, muitos deles, estarem desempregados e sem salário, não têm direito ao acesso à justiça gratuita.

Frequentemente, os trabalhadores que querem apresentar queixa no Tribunal do Trabalho contra a entidade patronal por esta estar em incumprimento, têm de “abandonar a sua luta”, pois são confrontados com taxas de justiça na ordem dos 600 euros para dar início ao processo de investigação e notificação das entidades visadas. Neste sentido, como não recebem o seu salário não têm possibilidade de pagar essas taxas e acabam mesmo por desistir do processo.

Coelho apela à indignação contra esta lei injusta para os trabalhadores.

A luta do deputado do PTP visa para acabar com estas políticas e com este regime de convivência entre poder político e poder judicial que espezinha o Povo.

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