GRUPO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘Luta’ Category

PROCURADOR QUE PROTEGEU RESPONSÁVEIS PELA OCULTAÇÃO DE DÍVIDAS DO REGIME “FOGE” PARA LISBOA

Varela Martins

COELHO SOLIDÁRIO COM JUIZ QUE QUER CONDENAÇÃO DOS CORRUPTOS DO REGIME JARDINISTA

Varela Martins, Procurador-geral adjunto da secção regional do Tribunal de Contas da Madeira, pediu dispensa de funções na sequência do despacho do juiz conselheiro, João Aveiro Pereira, que o censurou publicamente por não julgar os elementos do Governo Jardinista responsáveis pela ocultação de dívidas no sectores da Saúde e do Desporto.

Este Procurador, conivente com o regime corrupto de Jardim e sem coragem para defender a revelação da verdade dos acontecimentos, pediu à  procuradora-geral da República que o libertasse das funções que vinha exercendo, porque não tinha “serenidade para continuar”, ou seja, tal como Miguel Relvas, faltou-lhe “força anímica” para continuar ao lado do regime.

Coelho mostrou-se solidário com o juiz conselheiro da secção regional do Tribunal de Contas, João Aveiro Pereira, pela sua coragem em expor e denunciar estes atropelos à justiça e quando afirmou ser  incompreensível e chocante a recusa do Ministério Público, “não porque não haja factos e provas em abundância, que tornam os indícios fortes, indeléveis e não escamoteáveis, mas porque optou por uma linha de raciocínio divergente da realidade plasmada na auditoria” referindo-se aos encargos da administração regional “varridos para debaixo do tapete”.

GOVERNO E CÂMARA ESQUECEM HABITANTES DOS BAIRROS SOCIAIS

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O PTP é um partido solidário.

O Governo Regional e a Câmara Municipal do Funchal estão de costas voltadas para os mais pobres e desfavorecidos residentes nos bairros sociais.
Os deputados do PTP estiveram no Bairro do Hospital em contacto com os habitantes e deparam-se com várias problemas de habitabilidade e mobilidade dentro daquele bairro.
Os edifícios carecem de uma intervenção urgente para solucionar problemas que afectam especialmente os mais idosos e pessoas com dificuldades de locomoção.
Alguns edifícios têm os elevadores avariados há muitos anos, obrigando os idosos a subirem a pé vários andares.

BANCOS RECEBEM PRIMEIRO DO QUE TRABALHADORES

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Coelho diz que trabalhadores do Sá estão esquecidos

O PTP esteve, hoje, junto às instalações do grupo Sá, em São Martinho, onde disse que os trabalhadores estão a ser tratados sem dignidade.

José Manuel Coelho disse que existem entidades do grupo que não estão sujeitas ao processo de insolvência em curso, nomeadamente o detentor do património imobiliário.

A prioridade, afirma o deputado do PTP, está a ser dada aos bancos em detrimento do trabalhadores, alguns com 6 e 8 meses de salário em atraso.

Os administradores, incluindo o de insolvência, “não dão satisfação aos trabalhadores”. “Vendem o património para pagar aos bancos e esquecem-se dos trabalhadores.”

Coelho apelou aos trabalhadores madeirenses para participarem nas comemorações da USAM do 1º de Maio. “Não vão nas palavrinhas mansas” do secretário da Educação, apela.

O deputado aproveitou a ocasião para lembrar o envolvimento da deputada Maria João Monte no caso dos pagamentos indevidos ao médico Marcelino Andrade e acusou Miguel Mendonça de duplicidade de critérios no levantamento da imunidade parlamentar, no seu (Coelho) caso e no de Maria João Monte.

Fonte:

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COELHO CONTRA A “CANALHA FASCISTA” QUE INFESTA OS TRIBUNAIS

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JUSTIÇA DE “UTILIZADOR/PAGADOR” APENAS SERVE CLASSES ABASTADAS E AFASTA DOS TRIBUNAIS OS TRABALHADORES INJUSTIÇADOS

JUSTIÇA NA MADEIRA TEM DADO COBERTURA AOS PROTEGIDOS DO REGIME

José Manuel Coelho, esteve hoje junto ao Tribunal do Trabalho no Funchal para mostrar a sua indignação contra a justiça que está corrompida pelo poder político, pelos interesses do regime cobrando injustamente taxas de justiça elevadíssimas aos trabalhadores mais desprotegidos e desfavorecidos.

Para o deputado do PTP, os tribunais e os seus magistrados são fascistas e estão corrompidos pelo poder político e governativo do regime instalado. Os tribunais, no seu entender, estão ao lado das elites do regime enquanto que os trabalhadores, para além de, muitos deles, estarem desempregados e sem salário, não têm direito ao acesso à justiça gratuita.

Frequentemente, os trabalhadores que querem apresentar queixa no Tribunal do Trabalho contra a entidade patronal por esta estar em incumprimento, têm de “abandonar a sua luta”, pois são confrontados com taxas de justiça na ordem dos 600 euros para dar início ao processo de investigação e notificação das entidades visadas. Neste sentido, como não recebem o seu salário não têm possibilidade de pagar essas taxas e acabam mesmo por desistir do processo.

Coelho apela à indignação contra esta lei injusta para os trabalhadores.

A luta do deputado do PTP visa para acabar com estas políticas e com este regime de convivência entre poder político e poder judicial que espezinha o Povo.

A LOUCURA COLETIVA DO PSD

Locura coletiva PSD

JARDIM E PSD SONHAM TORNAR A MADEIRA NUMA DITADURA ELIMINANDO TODOS OS ÓRGÃOS QUE AINDA CONTROLAM OS SEUS DELÍRIOS

O estado de demência de Alberto João Jardim e a loucura coletiva que atacou o PSD -Madeira, levou a que apresentassem ontem, 16 de Abril de 2013, no parlamento Madeirense um projeto de Revisão Constitucional a enviar para a Assembleia da República. Este documento que demonstra a insanidade dos laranjas da Rua dos Netos prevê, entre outros aspectos, a extinção do cargo de Representante da República, do Tribunal Constitucional (TC), da Comissão Nacional de Eleições (CNE), da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a limitação do direito de greve às forças armadas, de segurança, transportes, saúde e justiça.

Está em marcha um plano do regime Jardinista para instaurar a ditadura totalitária na Madeira.

 

18 ANOS PARA DECIDIR NO TRIBUNAL DEU MULTA MILIONÁRIA A PORTUGAL

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Tribunal europeu volta a condenar Portugal com multa milionária por atrasos na justiça

Estão há 18 anos à espera de uma decisão judicial no âmbito de um processo de falência. Tribunal europeu condenou Estado a indemnizá-los por danos morais.

É uma das maiores indemnizações a que o Estado português foi condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem: 1,087 milhões de euros, um montante superior ao total de multas contra Portugal decididas em 2012 pelos juízes de Estrasburgo.

Em causa está mais uma vez a morosidade da justiça portuguesa. Num acórdão divulgado nesta terça-feira, o tribunal decidiu que 217 cidadãos, entre os quais alguns de nacionalidade estrangeira, devem ser indemnizados por  “danos morais”  por continuarem à espera de decisões judiciais em processos que têm entre 14 a 18 anos de duração e que dizem respeito à devolução de  11,5  milhões de euros de que os queixosos se afirmam credores na sequência de um processo de falência de uma sociedade hoteleira  iniciado em 1993.

A 203 dos queixosos o tribunal decidiu que devem ser pagas indemnizações de cinco mil euros. Os outros 15 receberão 4800 euros.  “Fez-se alguma justiça”, comentou ao PÚBLICO o advogado Bernardino Duarte, que os tem representado desde o início nesta saga. Conta que muitos destes seus clientes têm agora 80 ou mais anos e que a sua situação económica também mudou: “Vários deles estão em lares e têm problemas financeiros. Este dinheiro sempre é uma ajuda”.

Na queixa apresentada em 2009 ao tribunal de Estrasburgo, Bernardino Duarte acusava o Tribunal de Vila real de Santo António e a 6ª Vara Cível de Lisboa de terem  ignorado o que se encontra estipulado na Convenção Europeia dos Direitos do Homem,  que reconhece a qualquer pessoa o direito de ver a sua causa examinada por um tribunal num “prazo razoável”.  Durante o processo, o Governo português, embora tenha reconhecido a demora nos processos,  apelou ao tribunal que tivesse em conta na sua decisão tanto a “complexidade” do caso, como o montante dos créditos ( 34 milhões de euros)  reclamados pelas diversas partes lesadas no processo de falência da antiga sociedade proprietária do Hotel Neptuno , em Monte Gordo.

No acórdão ontem divulgado, os juízes de Estrasburgo reconhecem que o processo reveste “uma certa complexidade”, mas que esta não justifica  uma demora que apelidam de “excessiva” e que não responde à exigência do “prazo razoável” requerido na convenção dos direitos humanos, que consideram ter sido violada pelo Estado português. “O tribunal reafirma que compete ao Estados organizar o seu sistema judiciário de modo a que possa garantir a cada um o direito de obter uma decisão definitiva num prazo razoável”, argumenta-se também na sentença.

Os lesados são pessoas que no final dos anos 80 celebraram contratos promessa para a aquisição de apartamentos situados no então Hotel  Neptuno ( agora Yellow Hotel)  ou para habitação periódica (timeshare). Em 1993, com o início do processo de falência da sociedade proprietária daquele hotel, reclamaram que lhes fosse devolvido o que tinham investido. O processo passou de Lisboa para Vila Real de Santo António e a falência foi decretada em 1996, depois de uma primeira sentença nesse sentido ter sido anulada, mas a lei aplicada pelo tribunal neste caso foi contestada pelos lesados porque não era a que se encontrava em vigor à data do início do processo de falência.  Esta ilegalidade foi reconhecida, em 2001 e 2002, em  acórdãos do Tribunal da Relação de Évora e do Supremo Tribunal de Justiça. Só que quando tal aconteceu  já o edifício do hotel tinha sido vendido, o que segundo Bernardino Duarte foi possível apenas  devido à aplicação, pelo tribunal, da legislação errada.

Entretanto, e ainda antes  da venda do edifício, o liquidatário judicial nomeado pelo tribunal vedou a entrada nos apartamentos aos seus proprietários. Foram interpostas  sete providências cautelares  de restituição da posse destes apartamentos junto do Tribunal d e Vila Real de Santo António.  Só duas foram deferidas, apesar de todos elas terem requerimentos idênticos.   Em Outubro de 2001, o edifício entrou em obras de remodelação profunda e todos os apartamentos foram destruídos para dar origem a suites.

Em 2007, através de Bernardino Duarte, os  lesados apresentaram uma acção contra o Estado português no Tribunal de Vila Real de Santo António que passou depois para o Tribunal Administrativo  de Loulé, onde ainda se encontra pendente.  Afirmam que foram violados, entre outros, o direito à propriedade privada e à inviolabilidade do domicílio e também  “o principio da confiança”. Foi ainda violado, frisam, o “direito a uma justiça célere”. Segundo o advogado, o processo de reclamação dos créditos foi entretanto retirado ao tribunal de Vila Real de Santo António e entregue pelo Conselho Superior de Magistratura a uma juíza de Castelo Branco.  Pelo menos 13 dos lesados morreram desde que o caso foi entregue à justiça.

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GOVERNO TEM OBRIGAÇÃO DE AJUDAR EX-COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL

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PROJECTO DE RESOLUÇÃO

RECOMENDA AO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA A CRIAÇÃO DE MEDIDAS DE APOIO À MOBILIDADE DOS ANTIGOS COMBATENTES NO ÂMBITO DOS TRANSPORTES TERRESTRES E MARÍTIMOS NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

Os jovens Portugueses, nomeadamente os jovens Madeirenses, durante a ditadura Salazarista, serviram o exército Português nas antigas colónias.

Esta guerra, para além de injusta, retirou a vida em combate a milhares de cidadãos.

Obrigou muitos milhares de cidadãos a abandonarem a Região e o País fugindo do cumprimento do serviço militar obrigatório.

Deixou muitos militares com deficiências físicas e traumas psicológicos para toda a vida, impedindo alguns de triunfar na sua vida profissional e pessoal, dadas as sequelas físicas e psicológicas causadas pela guerra colonial.

Perante o exposto, considerando a imposição de guerra aos militares pela Nação, as instituições públicas têm a obrigação de reconhecer e apoiar estes cidadãos.

A ALRAM recomenda ao Governo Regional que sejam estabelecidos protocolos entre o Governo Regional, as empresas de transportes públicos terrestres e marítimos e as associações representativas dos antigos combatentes, de modo a garantir uma tarifa mais económica e justa para a circulação destes cidadãos no território regional como uma redução na ordem dos 50% do preço praticado pelas transportadoras.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 4 de Abril de 2013.

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português

MORTE DA AGRICULTURA NA MADEIRA

VOTO DE PESAR PELAS MEDIDAS DO GOVERNO DA REPÚBLICA PARA O SECTOR AGRÍCOLA

O PTP ACUSA GOVERNO DA REPÚBLICA DE “ASSASSINAR” A AGRICULTURA DEIXANDO MILHARES DE AGRICULTORES NUMA SITUAÇÃO DE POBREZA

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VOTO DE PESAR

“Pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira”

O Grupo Parlamentar do PTP vem apresentar um Voto de Pesar pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira, vítima das políticas do Governo da República (PSD/CDS).

O Governo da República, através da senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS) e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), quer eliminar por completo a agricultura praticada na Região Autónoma da Madeira. Trata-se de uma agricultura de subsistência, não sendo possível exercer esta actividade nos moldes industriais dada a orografia do terrenos e às micro áreas agrícolas, divididas em pequenas fracções.

A aplicação do Decreto-lei nº 198/2012, de 24 de Agosto, na RAM, a 1 de Abril de 2013, obriga os agricultores a se colectarem nas finanças, irá ter consequências nefastas para os agricultores, visto que na sua esmagadora maioria possuem fracos rendimentos.

Este Decreto Legislativo não deve ser aplicado na RAM dada à especificidade da nossa agricultura subsistência.

Perante este sufoco financeiro que o Governo da República se prepara para aplicar aos agricultores Madeirenses, nomeadamente a senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS), e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), tememos que muitos abandonem esta actividade, deixando milhares de hectares de terrenos ao abandono.

O abandono dos terrenos agravará ainda mais a situação de pobreza que se vive na RAM neste momento. Estas novas regras fiscais conduziram o sector agrícola à morte.

De acordo com o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira está solidária com os agricultores, pois está consciente dos prejuízos que esta legislação trará ao sector e aos próprios agricultores. A ALRAM lamenta e apresenta os pêsames aos agricultores e aos seus familiares que verão o seu meio de subsistência morrer pelas mãos de Vítor Gaspar e Assunção Cristas, na Madeira representados por Alberto João Jardim e José Manuel Rodrigues.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 1 de Abril de 2013

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português

ALBERTO JOÃO JARDIM E O PSD AINDA VÃO CRIAR A FESTA DA ÁGUA PARA ENGANAR O POVO

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PTP critica secretário que ‘anda de festa em festa’ e deixa a agricultura ao abandono

Coelho denuncia “abuso de poder” na distribuição de água na Ponta do Sol

“Importante era criar a Festa da Água”, ironiza

José Manuel Coelho esteve, esta segunda-feira, na Ponta do Sol, para denunciar o que classificou de “abuso de poder” na distribuição da água de rega e aproveitou o momento para fazer uma sugestão ao secretário com a tutela do Ambiente, Manuel António Correia.

Segundo o líder do PTP, os agricultores pontassolenses têm sido vítimas de ameaças e de agressão verbal por parte de um levadeiro local que reage mal às reclamações apresentadas.

Coelho acusa o levadeiro em causa de distribuir água  de 8 em 8 dias para os amigos e de 30 em 30 dias para os agricultores.

Graças a esta prática, muitos dos pequenos proprietários têm, segundo o PTP, recorrido à água da câmara para salvaguardar as suas culturas. Enquanto isso, acrescenta Coelho, o secretário do Ambiente “anda de festa em festa” e de ‘fruta em fruta’,  sem se preocupar com o abandono a que esta vetada a agricultura.
“Importante era criar a Festa da Água”,  diz em jeito de recado para Manuel António Correia.

Fonte:

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BPN: COELHO MARINHO, ARLINDO CARVALHO E OLIVEIRA E COSTA ACUSADOS DE BURLA E FRAUDE FISCAL

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«O ex-administrador do BPN António Coelho Marinho é um dos nove arguidos, juntamente com Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa, acusados, na terça-feira, de burla, abuso de confiança e fraude fiscal, disse fonte da defesa.

A mesma fonte precisou à agência Lusa que António Coelho Marinho está entre os nove arguidos acusados pelo Ministério Público (MP), entre os quais está também uma empresa, a Amplimóveis, imobiliária presidida pelo antigo ministro da Saúde Arlindo de Carvalho.

Além de Coelho Marinho, Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa, que fundou e presidiu o Banco Português de Negócios (BPN), são igualmente arguidos Luís Caprichoso e Francisco Sanches, ex-administradores do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que detinha o banco.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acusou ainda José Monte Verde, ex-presidente da ParqueInvest, imobiliária do grupo BPN/SLN, José Neto, sócio de Arlindo de Carvalho, e Ricardo Oliveira, ex-acionista do BPN.

Sobre os nove arguidos recaem as suspeitas de crimes de burla qualificada, abuso de confiança e fraude fiscal qualificada.

Segundo um comunicado divulgado na terça-feira pelo DCIAP, além da acusação, o Ministério Público fez ainda um pedido cível de cerca de 15,4 milhões de euros.

Este processo resultou de quase duas dezenas de investigações do MP no caso BPN, tendo quatro sido concluídas, com a acusação de mais de 30 arguidos.

Numa das acusações, Oliveira e Costa foi indiciado de apropriação de fundos e outros crimes, num processo com mais 15 arguidos.

O antigo presidente do BPN, em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, foi também acusado, juntamente com mais três arguidos, de falsificação de documentos num outro processo.

Também no âmbito do BPN, Duarte Lima, antigo líder da bancada parlamentar do PSD, está acusado de burla, na aquisição de terrenos, no concelho de Oeiras. O filho, Pedro Lima, é um dos outros cinco arguidos.»

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