REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

 TVI revela alegado caso entre Presidente da Raríssimas e Secretário de Estado Estação mostrou fotografia comprometedora num areal do Rio de Janeiro.

O agora ex-secretário de Estado da Saúde Manuel Delgado reagiu com notório embaraço a uma pergunta da TVI sobre a natureza da sua relação pessoal com Paula Brito e Costa, também ela demissionária da presidência da Associação Raríssimas. Numa entrevista tensa, em que o governante revela grande desconforto com as perguntas sobre as várias viagens que fez com Paula Brito e Cunha, a jornalista Ana Leal confronta-o: “Para além da relação profissional com a doutora Paula Brito e Costa, alguma vez teve algum outro tipo de relação com ela?” “Não”, responde o ex-secretário de Estado. “Isso é da minha vida privada e a minha vida privada não é para aqui chamda”, acrescenta Manuel Delgado. Ana Leal não desarma: “Não é vida privada porque é importante percebermos se o senhor foi favorecido, durante as suas funções [na Raríssimas], por uma associação que é paga com subsídios do Estado”. “Isto é a sua interpretação”, responde Manuel Delgado, que dá por finda a conversa. Mas a entrevista termina com uma imagem forte. Uma foto captada numa praia do Rio de Janeiro mostra um casal abraçado, de costas, deixando a entender que se trata de Manuel Delgado e Paula Brito e Cunha.

http://www.cmjornal.pt/sociedade//detalhe/tvi-revela-alegado-caso-entre-presidente-da-rarissimas-e-secretario-de-estado?Ref=DET_Recomendadas_pb

O agora ex-secretário de Estado da Saúde Manuel Delgado reagiu com notório embaraço a uma pergunta da TVI sobre a natureza da sua relação pessoal com Paula Brito e Costa, também ela demissionária da presidência da Associação Raríssimas. Numa entrevista tensa, em que o governante revela grande desconforto com as perguntas sobre as várias viagens que fez com Paula Brito e Cunha, a jornalista Ana Leal confronta-o: “Para além da relação profissional com a doutora Paula Brito e Costa, alguma vez teve algum outro tipo de relação com ela?” “Não”, responde o ex-secretário de Estado. “Isso é da minha vida privada e a minha vida privada não é para aqui chamda”, acrescenta Manuel Delgado. Ana Leal não desarma: “Não é vida privada porque é importante percebermos se o senhor foi favorecido, durante as suas funções [na Raríssimas], por uma associação que é paga com subsídios do Estado”. “Isto é a sua interpretação”, responde Manuel Delgado, que dá por finda a conversa. Mas a entrevista termina com uma imagem forte. Uma foto captada numa praia do Rio de Janeiro mostra um casal abraçado, de costas, deixando a entender que se trata de Manuel Delgado e Paula Brito e Cunha.
O governante apresentou a sua demissão poucas horas depois de conceder esta entrevista, ainda antes de esta ir para o ar, nesta terça-feira. O Governo diz que a sua saída se deve a “uma questão pessoal”
http://pravdailheu.blogspot.pt/2017/12/escandalo-entre-secretario-de-estado-e.html

 Toda a imprensa crucifica a Paula Brito por ganhar 6mil euros num mês, mas não se indigna com o vencimento de um juiz desembargador por exemplo que ganha 8 mil euros por mês. (estrato do jornal Público)

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Um coelho fora da cartola

A liberdade de expressão pública na Madeira é, em si mesma, um “verdadeiro massacre.

03 DEZ 2017 / 02:00 H.

 

“Juíza queixa-se em tribunal do “verdadeiro massacre” provocado por José Manuel Coelho” – DN. 30.11.2017

1. Discordo na proporção de 99% da conduta pessoal e politica do José Manuel Coelho. Na restante proporção – a de 1% – estou totalmente de acordo com ele. Calma. Muita calminha. Faça o especial favor de continuar a ler ou mesmo a tresler este texto.

2. O José Manuel Coelho é um comunista ortodoxo. Ideologicamente é marxista-leninista e, no contexto geopolítico e “fachista” da Madeira, um estalinista-trotskista puro. Não acredita nos “tribunais da Madeira” e na seriedade dos juízes e cultiva a liberdade da devassidão. Na prática, não se defende nos tribunais e fulmina de forma despudorada os juízes da Madeira. Mártire e preso é o seu real objectivo. Há-de lá chegar.

3. No caso concreto – acusar em cartazes, publicações, blogues e vídeos na Internet a Juíza Joana Pereira Dias de “Juíza dos sete maridos” – é absolutamente intolerável e constitui um “verdadeiro massacre permanente” à pessoa da visada. Mas – o mas dos 1% – há que escalpelizar este assunto com palavras desprotegidas de pinças e de panos quentes.

4. A senhora doutora juíza Joana Pereira Dias tem todo o direito de exigir respeito pela sua vida privada. Todo! Mas – o mas do 1% – para exigir esse respeito, tem de pautar-se com intransigente recato na vida social e pública da Madeira. Não se pauta. Bem pelo contrario, faz uma vida social e pública na Madeira – por exemplo, em festas de fim-do-ano no Lobo Marinho ou em eventos no Teatro Municipal Baltasar Dias – expondo-se a ser fotografada em convívio com pessoas que, por dever de oficio, julga ou pode potencialmente ter de julgar em tribunal. Que é lixado ser juíza na Madeira – é. Mas é o elevado preço que – sem escusa ou impedimento – está obrigada a pagar por ser magistrada nesta terra queimada de preconceitos.

5. No limite – o limite de preservar o poder soberano da objectividade, independência e isenção das suas decisões – um juiz na Madeira não deve ter vida social pública. No limite dos limites – não deve mesmo ostentar publicamente amigos. Os madeirenses são intragáveis em juízos de desvalor. E implacáveis em teorias de conspiração judicial. Define-nos.

6. A liberdade de expressão pública na Madeira é, em si mesma, um “verdadeiro massacre.” Diria que, 99% das condenações por difamação proferidas pelos “Tribunais da Madeira” – muitas delas com a assinatura da Dra. Juíza Joana Pereira Dias – são “anuladas” milhares de euros depois no Tribunal Europeu dos Direitos dos Homens. É o “massacre” de quem se exibe publicamente sem freios nesta Madeira de rodriguinhos e rodeios.

7. Já condenar a prisão efectiva o José Manuel Coelho por “ofender” pessoas públicas como a agente de execução Maria João Marques e o politico Garcia Pereira – não me lixem – é nojento corporativismo judicial.

8. Mais: exibir-se em cuecas na Assembleia Legislativa Regional da Madeira perante o Dr. Tranquada Gomes – cuecas excitantemente brancas como tanto aprecia – é a representação perfeita da nudez ética daquela “casa de loucos”. Lamentavelmente, faltou o selo de um peidinho.

http://www.dnoticias.pt/opiniao/cronicas/um-coelho-fora-da-cartola-XY2441440#

 

Gil Canha em excelente artigo de Opinião para atiçar o “Gordo Papudo”
Fantasiar para não sofrer

Por Gil Canha

Para a semana, a Assembleia Legislativa da RAM irá discutir o orçamento para o próximo ano, sendo a nossa monstruosa dívida o tema central da discussão parlamentar, já que condiciona todo o resto. Para explicar melhor este drama com rasgos de hecatombe, só os custos com o serviço da dívida levam 607 milhões de euros anuais, para uma previsão de receitas no valor de 850 milhões de euros. Para ser mais explicito, quase 80% daquilo que os madeirenses pagam dos seus impostos é para alimentar este tenebroso “bicho papão”, criado e medrado pela tresloucada governação jardinista.

E como é que os madeirenses reagem perante isto?! Com resignação? Com revolta? Com desespero? Com alheamento? Sigmund Freud, na sua obra “A psicologia das Massas e Análise do Eu” defende que “as massas por vezes têm uma psicologia e um comportamento muito semelhante ao indivíduo isolado”. (Atenção cafofianos! Isto não tem nada a ver com massas nem esparguetes). Sendo assim, podemos adaptar ao povo madeirense o “Modelo de Sofrimento” arquitetado pela célebre psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross, no seu livro On Death and Dying, onde defende que a maioria das pessoas passam por uma reação psíquica face à tragédia, ao luto e à perspetiva da morte, em cinco fases: 1. Negação, 2. Raiva,3. Negociação, 4. Depressão, 5. Aceitação.
Ora, perante esta tragédia de proporções apocalípticas e seguindo o modelo Kubler-Ross, em que fase estamos presentemente? A Negação e a Raiva contra a dívida de Alberto João Jardim já passaram, provavelmente a fase da Negociação também, se calhar neste momento o povo ainda está Deprimido, mas já vão aparecendo alguns sinais indicando que alguns indivíduos já entraram na Aceitação, que é como quem diz: “Vai tudo bem… não consigo lutar contra isto, o melhor é ajudar-me a este fadário; toca a pagar e bico calado; isto até foi para o bem de nós… perdemos a nossa qualidade de vida e levamos uma machadada nos nossos salários… mas tempos melhores virão! Vendo bem o nosso Albertinho não foi assim tão mau!” Resumindo, mesmo com o “pepino bem enfiado” fingimos que está tudo bem!”
Conforme já foi descrito por Kubler-Ross, alguns pacientes na fase de Aceitação e para ultrapassarem os episódios mais traumáticos ou o sentimento de perda chegam a exageros e a absurdos completamente apalhaçados: “Ah! O meu marido, ele era tão bom! É verdade que ele me dava porrada de caixão-à-cova, mas tenho tantas saudades dele!; Apesar dos avisos do médico para deixar de fumar, vou morrer de cancro nos pulmões, mas a minha família vai ficar feliz porque o seguro vai pagar o apartamento”, etc…
E se abrimos os jornais, vimos todos os dias elogios e louvores ridículos a Jardim, escritos por certos nostálgicos que, mesmo com o “rabo a arder”, acham que o Alberto João foi o maior, apesar de terem a família à míngua e os filhos dispersos pelo Mundo.
Segundo alguns psicólogos do comportamento social, nós temos a tendência quase desesperada para que o nosso sofrimento e os nossos sacrifícios TENHAM ALGUM SENTIDO. Por exemplo, na guerra colonial, os políticos incentivaram os jovens a combater pela pátria e pela glória de Portugal. E se algum desses jovens morria nas nossas ex províncias ultramarinas, não se poderia dizer aos pais que os filhos tinham morrido em vão… então, inventava-se frases eloquentes e cheias de valores patrióticos para justificar essas mortes inúteis e assim apaziguar o sofrimento dos familiares.
Na sua recente obra “Homo Deus”, Yuval Harari diz o seguinte: “Um soldado estropiado que tenha ficado sem as duas pernas prefere dizer a si mesmo: – sacrifiquei-me para a glória eterna da nação! Do que dizer: – fiquei sem as pernas porque fui estupido ao acreditar em políticos que só querem saber dos seus interesses.” E depois conclui: “Viver com a fantasia é muito mais fácil porque esta dá sentido ao sofrimento!”
Esta mesma lógica aplica-se à nossa periclitante situação atual, onde temos uma horrível dívida de cinco mil milhões de euros que nos sufoca e nos causa grande sofrimento. Então, fazemos como o soldado que perdeu as duas pernas e tentamos dar algum significado, algum sentido, a esta loucura atroz que nos levou ao abismo.
Então, preferimos dizer que a nossa DÍVIDA não foi em vão… que fizemos magníficas obras monumentais; que nos transformamos numa espécie de Singapura do Atlântico; que quando alguém chega à Madeira fica maravilhada com o nosso desenvolvimento; que temos grandiosos centros cívicos, magníficos campos de futebol, belíssimos campos de golfe, moderníssimas piscinas, enormes e eficientes parques industriais, fenomenais passeios marítimos, e que até exportamos inteligência para o Mundo graças ao nosso Brava Valley e ao nosso M-ITI-Madeira (como bons provincianos/vilões inventamos nomes ingleses para alindar o embrulho). Isto é, mascaramos a realidade com as nossas maravilhosas e pretensiosas fantasias, porque é infinitamente menos doloroso e menos humilhante para a nossa psicose coletiva isto tudo, que assumirmos que na realidade fomos “sodomizados”, aldrabados e tramados pelos excessos amalucados do dr. Jardim e respetiva camarilha.

maria-de-lourdes-foto-nova

Grande Mulher , corajosa e de uma lucidez invulgar : vejam as suas corajosas e lúcidas afirmações:

«Quem denuncia a corrupção é que tem que fazer tratamento psiquiátrico e quem pratica a corrupção é que anda à solta!»…
…«O que a sociedade civil está a verificar é que existe um abuso constante do poder político e do poder judicial sobre os elementos da sociedade civil. Aquilo é tudo deles!»

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/ha-um-abuso-de-poder-politico-e-judicial-sobre-elementos-da-sociedade/5819f2710cf29175b3ab1361

Na ocasião o deputado José Manuel Coelho oferece um avião cargueiro a Miguel Albuquerque

PTP menciona extinção do Jornal Garajau e a perseguição aos seus jornalistas

Pedido de esclarecimento a Olavo Câmara do PS na sequência da declaração política semanal.

Coelho afirma que foi eleito para defender os madeirenses e combater aqueles que os roubam

PTP pergunta se o estatuto do artesão é para dificultar a sua atividade

Pedido de esclarecimento do PTP, ao Secretário da Agricultura Apreciação na generalidade da proposta de decreto legislativo regional intitulada “ADAPTA À REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O DECRETO-LEI Nº 41/2001, DE 9 DE FEVEREIRO, ALTERADO E REPUBLICADO PELO DECRETO-LEI Nº 110/2002 DE 16 DE ABRIL, QUE APROVA O ESTATUTO DO ARTESÃO E DA UNIDADE PRODUTIVA ARTESANAL E DEFINE O RESPETIVO PROCESSO DE RECONHECIMENTO”.

PTP elenca os “artesãos” do PSD

Pedido de esclarecimento do PTP, ao Secretário da Agricultura Apreciação na generalidade da proposta de decreto legislativo regional intitulada “ADAPTA À REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O DECRETO-LEI Nº 41/2001, DE 9 DE FEVEREIRO, ALTERADO E REPUBLICADO PELO DECRETO-LEI Nº 110/2002 DE 16 DE ABRIL, QUE APROVA O ESTATUTO DO ARTESÃO E DA UNIDADE PRODUTIVA ARTESANAL E DEFINE O RESPETIVO PROCESSO DE RECONHECIMENTO”.

PTP pergunta se há duas vozes no partido JPP

Pedido de esclarecimento do deputado do PTP ao Secretário Regional da Saúde.

É preciso rigor na gestão dos recursos humanos do SESARAM, particularmente nos médicos

Intervenção política do deputado do PTP.

 

A Representação Parlamentar do PTP, fez uma visita ao Museu de Imprensa na qual acusou os tribunais de limitarem a liberdade de expressão. José Manuel Coelho, diz que imprensa na Madeira é perseguida pela justiça, e deu o exemplo do extinto Jornal Garajau e Quebra-Costas.

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