REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

PSP EM COLAPSO, COMANDANTE PINTA CENÁRIO COR DE ROSA.

TAL E QUAL UMA AVESTRUZ, MIGUEL MENDES, ENTERRA A CABEÇA NA AREIA. NA PSP ESTÁ TUDO BEM!

Ocultar a VERDADE  tornou-se um hábito na Madeira. Jardim, num estilo inconfundível, deu início a esta prática há mais de trinta anos. De acordo com a expressão popular, “não se pode tapar o sol com a peneira”, Jardim tentou esconder enormes elefantes brancos, mas ficou-lhes a cauda de fora. Mentiu ao Povo madeirense, enganou e roubou. Estava tudo bem! Aqueles que tentaram revelar a VERDADE foram considerados  mentirosos e acusados de traidores da pátria madeirense. Frequentemente perseguidos politicamente, qual inquisição! Eram os agiotas da “Madeira Nova”. Todos os que o rodeavam tinham que alinhar neste esquema de dupla realidade, ou melhor, a verdade, que só descobrimos recentemente, e a mentira que sempre nos contou.  Quem não alinhasse neste esquema seria colocado de parte e não “beneficiaria dos proveitos” de pertencer a um regime corrupto e ladrão. Jamais alcançaria a independência política e social. E pluribus unum, isto é, todos por Jardim, todos pelo tacho! Sim ao servilismo e à obediência cega.

O recém empossado comandante da PSP da Madeira, Miguel Mendes, associou-se a este grande clube de Jardim. O clube da ocultação da verdade!

Em declarações à imprensa, o comandante refere dados enganadores. De acordo com o comandante, tudo está bem no mundo da PSP. A frota de veículos está operacional, existem agentes suficientes para salvaguardar a segurança e os interesses do Povo Madeirense. Nada de mais ilusório. De acordo com dados que chegaram ao conhecimento do Grupo Parlamentar do PTP, A Voz Povo, cerca de 60% da frota automóvel da PSP está parada por falta de manutenção.  As esquadras da Nazaré, Curral das Freiras, Porto da Cruz, Caniço, Camacha e Estreito de Câmara de Lobos esquadras foram encerradas, pois não existiam meios humanos nem técnicos para assegurar o seu funcionamento.  

A juntar a estas preocupações quer para os agentes, quer para o Povo da Madeira, como está tudo bem, o comandante pensa encerrar mais duas esquadras, Ponta do Sol e Porto Moniz. Juntado a isto o Sr. Comandante deveria pensar em pagar aos agentes os serviços gratificados, que os agentes não podem se recusar fazer, que já não é pago há dois anos.

Com o crescente problema de insegurança e aumento da criminalidade, a preocupação do novo comandante não seria agradar Alberto João Jardim, a sua obrigação seria reforçar o número de agentes, dar-lhes  mais meios para combater estes problemas, que são fruto das sucessivas políticas sociais dos (des)governos de Jardim. O que está em questão é a segurança do Povo Madeirense! 


Não podem continuar a enganar e a humilhar o POVO Madeirense. Chega de brincar com a vida do POVO. É tempo de dizer BASTA!

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