REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

MARIA JOÃO MARQUES CONTRA-ATACA COM APOIO DOS MAÇONS

Depois de José Manuel Coelho ter feito a denuncia das falcatruas da Agente de Execução Maria João Marques, eis que sai à rua para contra-atacar e negar todas as acusações que lhe foram feitas.

Relembramos que esta solicitadora se apropriou indevidamente das quantias monetárias recebidas dos processos de execução, atrasando deliberadamente a entrega aos seus clientes. Esse dinheiro serviria para financiar os seus investimentos, enquanto que os seus clientes ficavam a “secar” de tanto esperar pelo dinheiro.

Os advogados, com receio de represálias, desistem de pressionar a solicitadora para que esta entregue os bens e o dinheiro aos seus clientes. Este receio é deve-se sobretudo ao facto desta senhora estar protegida pelos maçons que controlam os tribunais e os juízes.

Contudo, após as denúncias do PTP, a solicitadora começa a temer pelas falcatruas que cometeu. Reagiu apresentado queixa no Ministério Público, no entanto quem os seus clientes  são a prova de que mente e engana.

Em breve a verdade será revelada.

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Comentários a: "SOLICITADORA BURLONA PROTEGIDA PELA MAÇONARIA" (3)

  1. legislador said:

    Sr. Coelho,como contra-atacar e qual a única forma de derrubar os Agentes de Execução que praticam penhoras ilegais????È muito simples, uma vez que a penhora realizada pelos colaboradores está ferida de nulidade segundo o artigo 808º n10 do CPC á contraria , pode-se anular a penhora a qualquer tempo, mesmo que tenha passado o prazo de oposição á penhora segundo o artigo 286º do C.C., o lesado/ executado deve antes demais fazer prova de que quem realizou a penhora não era o agente de execução, o que no caso em apreço não será dificil pois se a mesma está em portugal continental dificilmente conseguirá comprovar ao Dr. Juiz que esteve na ilha da madeira a realizar a diligência.assim sendo o Dr. Juiz vai ficar a perceber que a agente de execução estava a mentir quando disse que no auto de penhora esteve na diligência, quando na realidade não estava.Quanto ao desgraçado do colaborador que provavelmente deve estar a ser explorado no escritorio, pode ser instaurado um processo crime, por usurpação de funções, burla, roubo etc mas quem vai ser a verdadeira responsavel é a AE em causa pois estes estão sobre a sua alçada…no caso do agente da psp em apreço um processo disciplinar , bem como uma queixa na PJ. Por tudo isto Sr Deputado Coelho, aqui tem a solução, transmita esta ideia a um bom advogado e rapidamente irá perceber que este é o ponto fraco que poderá atacar.Deve ainda fazer esta denuncia junto da PJ por crime de burla agravada usurpação de funções entre outros, e no ministério publico, deve denunciar ainda ao provedor da justiça e á ordem dos advogados ( pois o dr marinho pinto iria adorar saber deste caso), não perca tempo a apresentar queixa na camara dos solicitadores pois eles estão todos feitos uns com os outros, assim como a CPEE, no entanto tabem deve apresentar queixa junto detes organismos, não se esqueça de reunir alguns executados que foram vitimas destas penhoras ilegais(penhoras de bens moveis e apreensão de veiculos), para que exista legitimidade na queixa, de qualquer forma a queixa junto da PJ e do MP pode ser feita por qualquer um, uma vez que estamos perante crimes publicos…Já informo que na ilha da madeira existe outros agentes de execução a utilizar esta pratica, abusando assim da ruralidade das pessoas…

  2. legislador said:

    Já vi que feri susceptiblidades, e ainda bem pois este é o meu objetivo qualquer pessoa intelegente sabe que a minha argumentação poderosa é fundamentada, e conclui que não sou o deputado coelho e nem tenho cor politica, apenas sou um cidadão instruido, uma vez que não têm a humildade de pedir deculpas vou ajudar o deputado coelho. Sr. Coelho,como contra-atacar e qual a única forma de derrubar os Agentes de Execução que praticam penhoras ilegais????È muito simples, uma vez que a penhora realizada pelos colaboradores está ferida de nulidade segundo o artigo 808º n10 do CPC á contraria , pode-se anular a penhora a qualquer tempo, mesmo que tenha passado o prazo de oposição á penhora segundo o artigo 286º do C.C., o lesado/ executado deve antes demais fazer prova de que quem realizou a penhora não era o agente de execução, o que no caso em apreço não será dificil pois se a mesma está em portugal continental dificilmente conseguirá comprovar ao Dr. Juiz que esteve na ilha da madeira a realizar a diligência.assim sendo o Dr. Juiz vai ficar a perceber que a agente de execução estava a mentir quando disse que no auto de penhora esteve na diligência, quando na realidade não estava.Quanto ao desgraçado do colaborador que provavelmente deve estar a ser explorado no escritorio, pode ser instaurado um processo crime, por usurpação de funções, burla, roubo etc mas quem vai ser a verdadeira responsavel é a AE em causa pois estes estão sobre a sua alçada…no caso do agente da psp em apreço um processo disciplinar , bem como uma queixa na PJ. Por tudo isto Sr Deputado Coelho, aqui tem a solução, transmita esta ideia a um bom advogado e rapidamente irá perceber que este é o ponto fraco que poderá atacar.Deve ainda fazer esta denuncia junto da PJ por crime de burla agravada usurpação de funções entre outros, e no ministério publico, deve denunciar ainda ao provedor da justiça e á ordem dos advogados ( pois o dr marinho pinto iria adorar saber deste caso), não perca tempo a apresentar queixa na camara dos solicitadores pois eles estão todos feitos uns com os outros, assim como a CPEE, no entanto tabem deve apresentar queixa junto detes organismos, não se esqueça de reunir alguns executados que foram vitimas destas penhoras ilegais(penhoras de bens moveis e apreensão de veiculos), para que exista legitimidade na queixa, de qualquer forma a queixa junto da PJ e do MP pode ser feita por qualquer um, uma vez que estamos perante crimes publicos…Já informo que na ilha da madeira existe outros agentes de execução a utilizar esta pratica, abusando assim da ruralidade das pessoas…

  3. Os advogados, com receio de represálias, desistem de pressionar a solicitadora para que esta entregue os bens e o dinheiro aos seus clientes. Este receio é deve-se sobretudo ao facto desta senhora estar protegida pelos maçons que controlam os tribunais e os juízes.

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