REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português na Assembleia Legislativa da Madeira sempre se assumiu como uma verdadeira alternativa política na Região Autónoma da Madeira. O principal objectivo desta representação parlamentar sempre foi defender os interesses do Povo, dos mais necessitados e falar SEMPRE A VERDADE, daí que a sua máxima sempre foi dar voz aos que não têm voz.
No entanto,  a máxima popular de “quem diz a verdade não merece castigo”, não tem sido aplicada ao PTP. Na sua campanha de denúncias, de expor as incongruências que minam este sistema político do Jardinismo, a corrupção que infesta Governo,  Câmaras e empresas “amigas da autonomia”, o PTP, sempre encontrou vários obstáculos, mas nunca considerou abandonar a sua luta. O PTP e os seus Deputados têm sido sempre  castigados e perseguidos quer pelos caciques do PSD quer pelos tribunais, ao expor a verdade.
Nesta campanha de derrubar o Jardinismo, a corrupção e por termo aos sucessivos roubos ao Povo Madeirense, o PTP julgou ter encontrado um aliado neste combate, o Diário de Notícias da Madeira, que com o seu jornalismo de investigação, frequentemente denunciou algumas falcatruas do regime.
Contudo, o Diário, em algumas situações, e não seguindo o rigor da pratica jornalistica de expor os factos, junta algum sensacionalismo aos seus artigos, induzindo os leitores em erro sobre o a verdade dos acontecimentos. tomemos como exemplo a notícia da edição impressa, na secção de política, do dia 17 de Outubro de 2012, versando sobre o PTP, cujo o título desvirtuou o conteúdo jornalistico e a verdade dos acontecimentos. Podia-se ler no cabeçalho da notícia que “”Jogos de vídeo” fazem adiar apoio a desempregados”. Ora, sabemos e compreendemos perfeitamente que, por vezes, é difícil encontrar um título que espelhe o conteúdo da notícia, no entanto também sabemos que esses títulos não podem induzir em erro os leitores sob forma de prejudicar os visados nos artigos. Pois, foi justamente o que aconteceu, o título do Diário de Notícias sugeria que os Deputados do PTP estariam a jogar um videojogo e que isso teria impedido de aprovar um diploma que criava apoio financeiro aos desempregados, o que não é verdade.
A questão de fundo, e que originou polémica, estava relacionada com um compromisso democrático assumido entre o PTP, os partidos com representação parlamentar e a Mesa da Assembleia, sobre as transmissões na íntegra das sessões plenárias através da Internet. Acordo que não estava a ser cumprido, pois existiam falhas na transmissão,  anomalia assumida pelos próprios técnicos da Assembleia Legislativa da Madeira. O PTP, em prol da liberdade democrática, do direito a dar a conhecer o trabalho desenvolvido dentro do parlamento Madeirense e do acesso livre, sem omissões e  sem censura à informação, retomou as filmagens com os seus equipamentos, tal como vinha fazendo até àquela data. Contudo, o senhor Presidente da Assembleia, Dr. Miguel Mendonça,  pediu o cancelamento das filmagens do PTP, sem dar oportunidade à Deputada Raquel Coelho para explicar porque retomara as emissões em directo dos trabalhos.
O Diário de Notícias, como se pode depreender, e após a elucidação destes acontecimentos, induziu os seus leitores em erro com grave prejuízo para a boa imagem do PTP Madeira. O que este Grupo Parlamentar estava a fazer, nem era tentar travar a discussão de um diploma que é tão importante na defesa dos mais desfavorecidos, uma das nossas lutas, mas  defendia um direito democrático.  O senhor Presidente da ALRAM procedeu mal, interrompendo injustificadamente os trabalhos e o Diário de Notícias  fez um título que, tal como já acontecera anteriormente, denegriu a boa imagem do Grupo Parlamentar do PTP e dos seus Deputados.
Não obstante, este Grupo Parlamentar continuará a contar com o Diário de Notícias para revelar as verdades escondidas durante demasiado tempo pelo Jardinismo e  no combate  à corrupção. Contamos com o Diário para ser uma referência entre os meios de comunicação regional e nacional,  destacando-se de outros órgãos de comunicação social, como o “vizinho” Jornal da Madeira” que se subjuga aos interesses e à agenda política do autoritário PSD.

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