REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

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O Sr. Deputado Jaime Ramos, líder do grupo parlamentar do PSD e alto figurão do regime, é conhecido pela sua “gentileza e grandes modos” principalmente quando o assunto é a oposição.

Como é habitual, durante as sessões plenárias o Sr. Deputado Jaime Ramos diverte-se escarnecendo da vida pessoal dos deputados da oposição.

Havendo inúmeros episódios a apontar, alguns até impróprios de reproduzimos devido à sua baixeza.  Na semana passada, á semelhança de tantas outras, optou por mencionar a situação económica da família do deputado Vítor Freitas e do seu irmão deputado Hélder Spínola, dizendo que “dantes viviam num chiqueiro e que graças a serem  eleitos deputados saíram dessa pobreza juntamente com as suas famílias”.

Ora o deputado José Manuel ouvindo repetidamente tais acusações achou injusto tais comentários principalmente vindos de quem vinham e aproveitou durante a sua intervenção para relembrar ao Sr. Jaime Ramos “que este nem devia abrir a boca sobre tais matérias, visto ter trazido a família toda para assembleia, trouxe a esposa,  trouxe o filho, trouxe o segurança e quase que trazia o gato e a gata o pato e a pata que tem lá em casa”.

É certo e sabido que o Sr. Jaime Ramos não leva desaforos para casa e responde sempre à “letra” a qualquer  comentário que não o agrade. Mas por vezes responder a certos comentários torna-se difícil, visto não haver argumentos de contra-ataque, e por ser complicado fazê-lo à frente das câmaras, preferindo na altura engolir o sapo, mantendo-se em silêncio.

A troca de galhardetes e ofensas no Parlamento Regional é algo recorrente principalmente vindas da bancada do PSD, nada de novo até aqui.

O problema é quando essas hostilidades são passadas lá para fora e vão mais longe que simples palavras. Quando resultam no dano ou perda material de algum bem, ou pior, quando atingem a integridade física de alguém.

O que é certo é que o Sr. deputado José Manuel Coelho na semana seguinte quando foi buscar o carro ao estacionamento (que a Assembleia Legislativa da Madeira   aluga para os deputados e funcionários), tinha dois pregos colocados a martelo nos pneus da frente da sua carrinha.

Digamos que é o preço que se paga por atrever-mo-nos a dizer que o rei vai nu.

Artigo de opinião de Raquel Coelho in Tribuna da Madeira

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