REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

rachel

Na idade média, o exército vencedor de uma guerra tinha como hábito saquear os bens e riquezas dos povos vencidos. Assim que era ganha a batalha, dava-se início às pilhagens pelos soldados aos bens das populações vencidas que, em debandada, fugiam das cidades para salvar as suas vidas da barbárie que se avizinhava. Depois do saque, os bens roubados eram todos reunidos num monte para serem repartidos entre os chefes do exército vencedor, com uma pequena parte para a soldadesca. Mas nessa repartição, muitas vezes, a coisa dava para o torto e bastava algum chefe não estar de acordo com a parte que lhe cabia, para começar uma nova guerra fratricida entre as hostes do exército vencedor, sendo as consequências disso normalmente imprevisíveis e devastadoras para os vitoriosos. O PSD de Miguel Albuquerque corre o mesmo risco: O PSD apanhou subitamente um grande despojo (leia-se: votos dos madeirenses) e na altura de repartir os chorudos cargos da administração pública regional começam as demandas que, normalmente, sobem de tom quando não existe alguém com um pulso forte para impor a ordem. Como esse cacique valentão (leia-se AJJ) não está presente, a coisa descamba em anarquia total e pode assumir proporções inesperadas. É como um fogo que ao propagar-se pode desencadear enormes e destruidoras labaredas de consequências nada fáceis de prever.

Leia mais no Tribuna da Madeira: Os despojos e o PSD http://www.tribunadamadeira.pt/?p=37908

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