REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘Fuga aos Impostos’ Category

OS GESTORES DO REGIME JARDINISTA QUE FALIRAM A “ILMA”

cartaz vicente pestana e bragança

Declaração Política Semanal na ALRAM do deputado José Manuel Coelho

Aqui temos um exemplo de boa digestão dos caciques do regime jardinista protegidos pelos tribunais que apenas se preocupam em prender o Coelho.

ENGENHEIRO NARCISO BRANCO:

– Narciso Branco, foi presidente do Conselho de Administração da ILMA até Dezembro de 2012. Sucedeu ao senhor Egídio Pita da Ponta do Sol já falecido, muito conhecido pelos seus tiques violentos e por carregar sempre uma arma no bolso.

Narciso Branco tinha 2 ordenados: um da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas e outro da ILMA.

A partir do ano 2000, começou a auferir de mais de 2000 euros mensais até Dezembro de 2012 pela ILMA.

 DEPUTADO VICENTE PESTANA

– Quadro da Direcção Regional de Agricultura e Pescas, acumulou juntamente com o ordenado, senhas semanais de presença da ILMA desde o ano de 1982 até 2000, altura em que veio para deputado.

– O dito senhor havia semanas que não aparecia na empresa e recebia na mesma as senhas de presença.

– Era vogal do Conselho de Administração junto com outros figurões do regime jardinista.

 PAULO FIGUEIROA

– Era o administrador executivo da ILMA, hierarquicamente abaixo do Engenheiro Narciso Branco (no entanto, era este cacique do PSD quem punha e disponha de tudo).

– Figueiroa era conselheiro do Vice-presidente Cunha e Silva. Também tinha 2 ordenados.

– Esteve na ILMA como presidente da cooperativa UCALPLIM desde 1982 até Dezembro de 2012. Desde o ano 2000 com ordenado chorudo de 2500 euros mensais. O senhor Figueiroa, depois de sair em Dezembro de 2012 da ILMA comprou um Mercedes topo de gama preto.

ANTÓNIO EMANUEL DE OLIVEIRA E FREITAS (BRAGANÇA)

– Este senhor é quadro da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais. Também auferia 2 ordenados: um da Secretaria e outro da UCALPLIM, desde de 1972 até ao ano 2000 em cerca de 100 contos mensais.

– A partir de 2000, foi vogal nas reuniões do Conselho de Administração e juntamente com o colectivo de figurões do regime jardinista no executivo da empresa, recebiam 250 euros semanais de senhas de presença.

– Curiosamente, recebia até na semana da Páscoa, do Natal e do Ano Novo quando a empresa estava encerrada.

– Conforme depoimento dos trabalhadores, numa altura em que ia para Itália num cruzeiro marítimo, junto com o seu amigo Dr. Eduardo Abreu (que faliu a SANTAGRO, este senhor é irmão da Dra. Maria José do antigo IFADAP), saiu do barco e foi a correr à ILMA receber as 4 senhas de presença do mês a que tinha direito (1000 euros). Já deu para pagar o cruzeiro.

As senhas de presença duraram até Dezembro de 2012, altura que o Governo alienou os 48% de cotas que tinha na ILMA em troca da dívida de 1 milhão e 800 mil euros que a UCALPLIM devia à empresa. (Se em vez das cotas, entregassem o dinheiro, dava para os trabalhadores receberem a sua indeminização).

– Este e todos os outros senhores administradores faziam as compras semanalmente na ILMA, de modo a abastecerem as suas despensas lá em casa.

Todas as semanas recebiam uma caixa de iogurtes, manteiga, queijo, gelados e sumos no valor aproximado de 50 euros.

Quando chegava ao Natal, Bragança presenteava todos os seus amigos com o chapéu alheio. Oferecia produtos da ILMA que lhe eram fornecidos a custo zero.

Na época natalícia, a ILMA colocava uma carrinha com motorista e ajudante durante uma semana inteira a oferecer presentes a todos os amigos do jardinismo. Os presentes eram produtos da ILMA.

Nas famosas Universidades de Verão do Porto Santo, o Bragança e o Paulo Pereira, faziam deslocar uma carrinha cheia de produtos da empresa para a comitiva do senhor presidente Alberto João Jardim (até incluía gelados), sabendo nós que o senhor presidente não gostava dos mesmos.

O famoso Bragança dispunha do carro mais “bêbado” da empresa para se deslocar para onde quisesse. Era um Rover 2.14 verde e a gasolina. Abastecia-o 3 vezes por semana na bomba de gasolina do Jana de São Vicente, seu querido sogro.

As contas vinham todas para a ILMA pagar, juntamente com as jantaradas que pagava aos amigos.

Para finalizar, informamos que estão 84 trabalhadores desempregados e a ”ver navios”, com 15 e 40 anos de empresa. Nem sequer estão a receber o subsídio de desemprego.

 

QUEBRA COSTAS – RATARIA EM PÂNICO!

Pag 1 - versão PTPQC_02QC_08QC_07QC_06QC_05QC_04QC_03QC_02

PATRÃO OPORTUNISTA NÃO PAGA NOVAMENTE SALÁRIOS AOS FUNCIONÁRIOS

DSC09613

 

LUÍS CAMACHO, EMPRESÁRIO LIGADO AO REGIME, NÃO PAGOU, NOVAMENTE, OS VENCIMENTOS AOS FUNCIONÁRIOS DESPROTEGIDOS

O Grupo parlamentar do PTP, na voz do deputado  José Manuel Coelho, esteve, uma vez mais, junto à unidade hoteleira Madeira Regency Club para denunciar mais uma tentativa oportunista do empresário Luís Camacho ao enganar os trabalhadores não sindicalizados, não lhes pagando os salários e mantendo-os em atraso.
Luís Camacho, que no passado tentou convencer os seus trabalhadores a desistirem da sindicalização, pois e de acordo com as suas palavras, a cota mensal estaria a prejudicar as finanças da empresa, mantém os salários dos funcionários não sindicalizados em atraso, enquanto que aqueles que estão ligados ao Sindicato da Hotelaria têm os seus vencimentos em dia, pois, e como o próprio sabe, poderia receber uma notificação por parte da Inspecção Regional de Trabalho para  regularizar a sua situação com os funcionários.
A cota mensal paga ao Sindicato da Hotelaria, que sai directamente do salário dos funcionários, serve para proteger os interesses e os direitos laborais dos trabalhadores. A “jogada” suja do empresário no passado, teria como objectivo levar os funcionários a se desvincularem do sindicato, perdendo o direito do Contrato Colectivo de Trabalho, de modo a que ficassem desprotegidos, para agora, não lhes pagar os seus vencimentos.   Esta “jogada” suja do empresário, tem como objectivo levar os funcionários a se desvincularem do sindicato, perdendo os direitos consagrados no Contrato Colectivo de Trabalho e ficando completamente desprotegidos.

O empresário sabe que, sem vencimentos em dia, os trabalhadores não têm possibilidade de reivindicar os seus salários em atraso, e também não teriam capacidade financeira para contratar um advogado para interpor um processo nem pagar as custas do tribunal para dar início ao processo  contra a empresa.

Luís Camacho tenta abusar daqueles que o ajudaram a se erguer.

BPN: COELHO MARINHO, ARLINDO CARVALHO E OLIVEIRA E COSTA ACUSADOS DE BURLA E FRAUDE FISCAL

BPN-burla

«O ex-administrador do BPN António Coelho Marinho é um dos nove arguidos, juntamente com Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa, acusados, na terça-feira, de burla, abuso de confiança e fraude fiscal, disse fonte da defesa.

A mesma fonte precisou à agência Lusa que António Coelho Marinho está entre os nove arguidos acusados pelo Ministério Público (MP), entre os quais está também uma empresa, a Amplimóveis, imobiliária presidida pelo antigo ministro da Saúde Arlindo de Carvalho.

Além de Coelho Marinho, Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa, que fundou e presidiu o Banco Português de Negócios (BPN), são igualmente arguidos Luís Caprichoso e Francisco Sanches, ex-administradores do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que detinha o banco.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acusou ainda José Monte Verde, ex-presidente da ParqueInvest, imobiliária do grupo BPN/SLN, José Neto, sócio de Arlindo de Carvalho, e Ricardo Oliveira, ex-acionista do BPN.

Sobre os nove arguidos recaem as suspeitas de crimes de burla qualificada, abuso de confiança e fraude fiscal qualificada.

Segundo um comunicado divulgado na terça-feira pelo DCIAP, além da acusação, o Ministério Público fez ainda um pedido cível de cerca de 15,4 milhões de euros.

Este processo resultou de quase duas dezenas de investigações do MP no caso BPN, tendo quatro sido concluídas, com a acusação de mais de 30 arguidos.

Numa das acusações, Oliveira e Costa foi indiciado de apropriação de fundos e outros crimes, num processo com mais 15 arguidos.

O antigo presidente do BPN, em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, foi também acusado, juntamente com mais três arguidos, de falsificação de documentos num outro processo.

Também no âmbito do BPN, Duarte Lima, antigo líder da bancada parlamentar do PSD, está acusado de burla, na aquisição de terrenos, no concelho de Oeiras. O filho, Pedro Lima, é um dos outros cinco arguidos.»

genesis_DNOTICIAS_logo

MAJOR JAIME NEVES NUNCA FOI REVOLUCIONÁRIO

Jaime_Neves

O PTP lamenta as atitudes do Major Jaime Neves no período do PREC e no papel que teve no 25 de Novembro. A morte é sempre dolorosa, em particular para os familiares e amigos mais próximos. A morte faz parte da lei da vida. Ninguém há-de ficar para contar histórias. No entanto, há histórias que não se podem esquecer.

Faz parte da História que Jaime Neves nunca foi revolucionário, que nunca foi amigo da democracia, da paz e da independência das ex-colónias.

Reparem num excerto de uma entrevista recente que o Major deu a um órgão de comunicação social:

 – «No 25 Abril, tive o meu primeiro choque quando chega uma série de malta da margem sul e disseram: “nem mais um homem para as colónias”»;

 – «Não sou defensor da descolonização. Pensei sempre que deveríamos controlar daqui o processo».

– «Eu dizia para se deixar a Guiné e agarrar Angola e o pessoal que estava na Guiné também ia para Moçambique».

 – «Colocaram cravos nas armas, não foi por acaso, mas sim para nos neutralizar. Eu nunca deixei que o fizessem, queria poder empregar todos os meios». (Ou seja, o senhor defendia uma luta armada e o derramamento de sangue. Defendia o império colonial).

 – «O Costa Gomes ordenou-me para ir buscar um cubano, o célebre capitão Prelata que estava no hospital da Estrela. Perguntei-lhe se podia usar todos os meios ao meu alcance (…) (Referia-se às armas. Ficou muito triste pois após algum tempo Costa Gomes referiu que só em casos extremos poderia recorrer às armas).

Vejam só a consideração que o senhor Major tinha pelos militares:

– «Nós militares, infelizmente éramos politicamente mal preparados, mas éramos todos parecidos. Depois surgiram outros que se diziam de esquerda. Mas olhe, esses gajos que se rotularam de esquerda eram uma merda como militares».

Os deputados de Abril, em particular os que cumpriram o serviço militar, os rotulados de esquerda, como é o caso dois deputados do  Grupo Parlamentar do PTP, não podem ter a mínima consideração pelo General que, logo no dia 25 de Abril, quando se apercebeu da presença de civis na Revolução arrependeu-se e chegou mesmo a afirmar que estava a ser enganado.

Em consciência, pela democracia e pela liberdade dos princípios de Abril, o Grupo Parlamentar do PTP recusa-se a votar o Voto de Pesar, tal como PSD se recusou neste Parlamento a votar Votos de Pesar do progressista, o irmão do padre Martins. Os homens e mulheres de esquerda temos a obrigação de reagir aos traidores de Abril, mesmo depois da sua morte.

DOIS PREGOS A MARTELO

jaime-ramos-ajeita-webcam

O Sr. Deputado Jaime Ramos, líder do grupo parlamentar do PSD e alto figurão do regime, é conhecido pela sua “gentileza e grandes modos” principalmente quando o assunto é a oposição.

Como é habitual, durante as sessões plenárias o Sr. Deputado Jaime Ramos diverte-se escarnecendo da vida pessoal dos deputados da oposição.

Havendo inúmeros episódios a apontar, alguns até impróprios de reproduzimos devido à sua baixeza.  Na semana passada, á semelhança de tantas outras, optou por mencionar a situação económica da família do deputado Vítor Freitas e do seu irmão deputado Hélder Spínola, dizendo que “dantes viviam num chiqueiro e que graças a serem  eleitos deputados saíram dessa pobreza juntamente com as suas famílias”.

Ora o deputado José Manuel ouvindo repetidamente tais acusações achou injusto tais comentários principalmente vindos de quem vinham e aproveitou durante a sua intervenção para relembrar ao Sr. Jaime Ramos “que este nem devia abrir a boca sobre tais matérias, visto ter trazido a família toda para assembleia, trouxe a esposa,  trouxe o filho, trouxe o segurança e quase que trazia o gato e a gata o pato e a pata que tem lá em casa”.

É certo e sabido que o Sr. Jaime Ramos não leva desaforos para casa e responde sempre à “letra” a qualquer  comentário que não o agrade. Mas por vezes responder a certos comentários torna-se difícil, visto não haver argumentos de contra-ataque, e por ser complicado fazê-lo à frente das câmaras, preferindo na altura engolir o sapo, mantendo-se em silêncio.

A troca de galhardetes e ofensas no Parlamento Regional é algo recorrente principalmente vindas da bancada do PSD, nada de novo até aqui.

O problema é quando essas hostilidades são passadas lá para fora e vão mais longe que simples palavras. Quando resultam no dano ou perda material de algum bem, ou pior, quando atingem a integridade física de alguém.

O que é certo é que o Sr. deputado José Manuel Coelho na semana seguinte quando foi buscar o carro ao estacionamento (que a Assembleia Legislativa da Madeira   aluga para os deputados e funcionários), tinha dois pregos colocados a martelo nos pneus da frente da sua carrinha.

Digamos que é o preço que se paga por atrever-mo-nos a dizer que o rei vai nu.

Artigo de opinião de Raquel Coelho in Tribuna da Madeira

IMPOSTO SOBRE “OURO NEGRO” ENRIQUECE MÁFIA JARDINISTA

GÁS A PREÇO PROIBITIVO PARA ENCHER OS BOLSOS DOS BARÕES DO REGIME JARDINISTA

Gás_Combustíveis

NA MADEIRA, O IMPOSTO ARRECADADO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS E PRODUTOS PETROLÍFEROS  É APLICADO NOS COFRES DOS EMPRESÁRIOS DO REGIME, NO JORNAL DE PROPAGANDA POLÍTICA DE JARDIM E EM MUITOS OUTROS “ELEFANTES BRANCOS”

José Manuel Coelho,do PTP, esteve junto a um posto revendedor da Galp Energia, no Funchal, para denunciar os preços proibitivos do gás e dos combustíveis.
Comparando os preços do gás na Madeira com os praticados na Região Autónoma dos Açores, Coelho demonstrou que os Madeirenses pagam muitos mais pelo gás de uso doméstico, pois enquanto nos Açores uma botija de gás de 13 kg custa 17,20€, na Madeira a mesma botija custa 27 €. Este 10€ a mais são relativos ao imposto sobre os combustíveis.
O deputado do PTP, salienta que os impostos cobrados sobre os combustíveis não vão para sectores públicos que estão com sérias dificuldades para se manterem em funcionamento, como a Saúde e a Educação, mas vão direitinhos para as Parcerias Público Privadas, como a Via Expresso e a Via Litoral, para pagar o jornal de propaganda do regime Jardinista, Jornal da Madeira, e para pagar o ordenado chorudo do seu administrador, Rui Nóbrega, que “leva” 4.700€ mensais. Apontou ainda Avelino Farinha, (AFA), António Henriques e os “Sousas dos portos” como os responsáveis pela miséria do Povo da Madeira e do Porto Santo.

%d bloggers like this: