REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘Pobreza’ Category

PATRÃO OPORTUNISTA NÃO PAGA NOVAMENTE SALÁRIOS AOS FUNCIONÁRIOS

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LUÍS CAMACHO, EMPRESÁRIO LIGADO AO REGIME, NÃO PAGOU, NOVAMENTE, OS VENCIMENTOS AOS FUNCIONÁRIOS DESPROTEGIDOS

O Grupo parlamentar do PTP, na voz do deputado  José Manuel Coelho, esteve, uma vez mais, junto à unidade hoteleira Madeira Regency Club para denunciar mais uma tentativa oportunista do empresário Luís Camacho ao enganar os trabalhadores não sindicalizados, não lhes pagando os salários e mantendo-os em atraso.
Luís Camacho, que no passado tentou convencer os seus trabalhadores a desistirem da sindicalização, pois e de acordo com as suas palavras, a cota mensal estaria a prejudicar as finanças da empresa, mantém os salários dos funcionários não sindicalizados em atraso, enquanto que aqueles que estão ligados ao Sindicato da Hotelaria têm os seus vencimentos em dia, pois, e como o próprio sabe, poderia receber uma notificação por parte da Inspecção Regional de Trabalho para  regularizar a sua situação com os funcionários.
A cota mensal paga ao Sindicato da Hotelaria, que sai directamente do salário dos funcionários, serve para proteger os interesses e os direitos laborais dos trabalhadores. A “jogada” suja do empresário no passado, teria como objectivo levar os funcionários a se desvincularem do sindicato, perdendo o direito do Contrato Colectivo de Trabalho, de modo a que ficassem desprotegidos, para agora, não lhes pagar os seus vencimentos.   Esta “jogada” suja do empresário, tem como objectivo levar os funcionários a se desvincularem do sindicato, perdendo os direitos consagrados no Contrato Colectivo de Trabalho e ficando completamente desprotegidos.

O empresário sabe que, sem vencimentos em dia, os trabalhadores não têm possibilidade de reivindicar os seus salários em atraso, e também não teriam capacidade financeira para contratar um advogado para interpor um processo nem pagar as custas do tribunal para dar início ao processo  contra a empresa.

Luís Camacho tenta abusar daqueles que o ajudaram a se erguer.

Estado das piscinas de Machico são o resultado de uma gestão “leviana e incompetente”

Cartaxo team

PTP denunciou aquela que considera ter sido mais uma obra eleitoralista

A candidatura do PTP aos órgãos autárquicos de Machico esteve esta tarde numa acção politica junto às piscinas municipais de Machico, para denunciar o que considerou ser “mais uma obra eleitoralista do regime, encerrada pouco depois de ter sido inaugurada”.

“Enquanto o regime jardinista anda por aí em propaganda eleitoral a inaugurar mais piscinas, as piscinas municipais de Machico estão encerradas por falta de pagamento à empresa fornecedora do gás”, criticou António Cartaxo, que acusou também o executivo na Câmara Municipal de acumular, “de forma leviana e incompetente, milhares de euros à empresa fornecedora do gás para aquecimento das àguas da piscina de Machico e o fornecimento do gás foi naturalmente suspenso, enquanto o partido politico que suporta o regime jardinista anda a desbaratar milhares de euros em campanha eleitoral com artistas que nada trazem à resolução dos problemas sociais das pessoas”, repudiou.

 O cabeça de lista pelos ‘Trabalhistas’ alega que “as piscinas vêm sofrendo a natural degradação resultado do abandono em que se encontram votadas, havendo já vestígios de lôdo”. E porque “actualmente apenas um grupo de miúdos do Ludens Machico, praticantes de natação, ali vão dando alguma vida, mesmo com água fria”, Cartaxo lança a suspeita sobre “as condições de higiene e segurança”.

Esta obra, que o PTP  considera uma mais-valia para todo o concelho “deveria ter sido equipada com os respectivos painéis solares, como foram por ex:, recentemente equipadas as piscinas da Camacha, e desta forma o problema do aquecimento estaria resolvido. Mas como na maior das obras do regime o que interessa é inaugurar à pressa, o tempo acaba por revelar que muitas obras que se destinavam a criar melhores condições de vida para os munícipes vêm mais tarde a revelar-se autênticos elefantes brancos, com problemas de financiamento ao nível do esbanjamento”, considerou.

Ainda sem completar uma década de existência, a já quase inoperacionalidade das piscinas de Machico resultam da “gestão autárquica, com o apoio das políticas desastrosas do PSD-M, que vem aniquilando num processo de morte lenta”, concluiu.

Com irónia, António Cartaxo disse recear que as piscinas municipais de Machico “se transforme lentamente em mais um cativeiro de douradas”. Situação que garante não irá acontecer com o PTP na Câmara, porque “esta será uma das nossas prioridades de resolução. Não é uma promessa, é um compromisso”, concretizou.

In Diário de Notícias da Madeira

PROCURADOR QUE PROTEGEU RESPONSÁVEIS PELA OCULTAÇÃO DE DÍVIDAS DO REGIME “FOGE” PARA LISBOA

Varela Martins

COELHO SOLIDÁRIO COM JUIZ QUE QUER CONDENAÇÃO DOS CORRUPTOS DO REGIME JARDINISTA

Varela Martins, Procurador-geral adjunto da secção regional do Tribunal de Contas da Madeira, pediu dispensa de funções na sequência do despacho do juiz conselheiro, João Aveiro Pereira, que o censurou publicamente por não julgar os elementos do Governo Jardinista responsáveis pela ocultação de dívidas no sectores da Saúde e do Desporto.

Este Procurador, conivente com o regime corrupto de Jardim e sem coragem para defender a revelação da verdade dos acontecimentos, pediu à  procuradora-geral da República que o libertasse das funções que vinha exercendo, porque não tinha “serenidade para continuar”, ou seja, tal como Miguel Relvas, faltou-lhe “força anímica” para continuar ao lado do regime.

Coelho mostrou-se solidário com o juiz conselheiro da secção regional do Tribunal de Contas, João Aveiro Pereira, pela sua coragem em expor e denunciar estes atropelos à justiça e quando afirmou ser  incompreensível e chocante a recusa do Ministério Público, “não porque não haja factos e provas em abundância, que tornam os indícios fortes, indeléveis e não escamoteáveis, mas porque optou por uma linha de raciocínio divergente da realidade plasmada na auditoria” referindo-se aos encargos da administração regional “varridos para debaixo do tapete”.

GOVERNO E CÂMARA ESQUECEM HABITANTES DOS BAIRROS SOCIAIS

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O PTP é um partido solidário.

O Governo Regional e a Câmara Municipal do Funchal estão de costas voltadas para os mais pobres e desfavorecidos residentes nos bairros sociais.
Os deputados do PTP estiveram no Bairro do Hospital em contacto com os habitantes e deparam-se com várias problemas de habitabilidade e mobilidade dentro daquele bairro.
Os edifícios carecem de uma intervenção urgente para solucionar problemas que afectam especialmente os mais idosos e pessoas com dificuldades de locomoção.
Alguns edifícios têm os elevadores avariados há muitos anos, obrigando os idosos a subirem a pé vários andares.

BANCOS RECEBEM PRIMEIRO DO QUE TRABALHADORES

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Coelho diz que trabalhadores do Sá estão esquecidos

O PTP esteve, hoje, junto às instalações do grupo Sá, em São Martinho, onde disse que os trabalhadores estão a ser tratados sem dignidade.

José Manuel Coelho disse que existem entidades do grupo que não estão sujeitas ao processo de insolvência em curso, nomeadamente o detentor do património imobiliário.

A prioridade, afirma o deputado do PTP, está a ser dada aos bancos em detrimento do trabalhadores, alguns com 6 e 8 meses de salário em atraso.

Os administradores, incluindo o de insolvência, “não dão satisfação aos trabalhadores”. “Vendem o património para pagar aos bancos e esquecem-se dos trabalhadores.”

Coelho apelou aos trabalhadores madeirenses para participarem nas comemorações da USAM do 1º de Maio. “Não vão nas palavrinhas mansas” do secretário da Educação, apela.

O deputado aproveitou a ocasião para lembrar o envolvimento da deputada Maria João Monte no caso dos pagamentos indevidos ao médico Marcelino Andrade e acusou Miguel Mendonça de duplicidade de critérios no levantamento da imunidade parlamentar, no seu (Coelho) caso e no de Maria João Monte.

Fonte:

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COELHO CONTRA A “CANALHA FASCISTA” QUE INFESTA OS TRIBUNAIS

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JUSTIÇA DE “UTILIZADOR/PAGADOR” APENAS SERVE CLASSES ABASTADAS E AFASTA DOS TRIBUNAIS OS TRABALHADORES INJUSTIÇADOS

JUSTIÇA NA MADEIRA TEM DADO COBERTURA AOS PROTEGIDOS DO REGIME

José Manuel Coelho, esteve hoje junto ao Tribunal do Trabalho no Funchal para mostrar a sua indignação contra a justiça que está corrompida pelo poder político, pelos interesses do regime cobrando injustamente taxas de justiça elevadíssimas aos trabalhadores mais desprotegidos e desfavorecidos.

Para o deputado do PTP, os tribunais e os seus magistrados são fascistas e estão corrompidos pelo poder político e governativo do regime instalado. Os tribunais, no seu entender, estão ao lado das elites do regime enquanto que os trabalhadores, para além de, muitos deles, estarem desempregados e sem salário, não têm direito ao acesso à justiça gratuita.

Frequentemente, os trabalhadores que querem apresentar queixa no Tribunal do Trabalho contra a entidade patronal por esta estar em incumprimento, têm de “abandonar a sua luta”, pois são confrontados com taxas de justiça na ordem dos 600 euros para dar início ao processo de investigação e notificação das entidades visadas. Neste sentido, como não recebem o seu salário não têm possibilidade de pagar essas taxas e acabam mesmo por desistir do processo.

Coelho apela à indignação contra esta lei injusta para os trabalhadores.

A luta do deputado do PTP visa para acabar com estas políticas e com este regime de convivência entre poder político e poder judicial que espezinha o Povo.

A LOUCURA COLETIVA DO PSD

Locura coletiva PSD

JARDIM E PSD SONHAM TORNAR A MADEIRA NUMA DITADURA ELIMINANDO TODOS OS ÓRGÃOS QUE AINDA CONTROLAM OS SEUS DELÍRIOS

O estado de demência de Alberto João Jardim e a loucura coletiva que atacou o PSD -Madeira, levou a que apresentassem ontem, 16 de Abril de 2013, no parlamento Madeirense um projeto de Revisão Constitucional a enviar para a Assembleia da República. Este documento que demonstra a insanidade dos laranjas da Rua dos Netos prevê, entre outros aspectos, a extinção do cargo de Representante da República, do Tribunal Constitucional (TC), da Comissão Nacional de Eleições (CNE), da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a limitação do direito de greve às forças armadas, de segurança, transportes, saúde e justiça.

Está em marcha um plano do regime Jardinista para instaurar a ditadura totalitária na Madeira.

 

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