REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘Povo’ Category

Estado das piscinas de Machico são o resultado de uma gestão “leviana e incompetente”

Cartaxo team

PTP denunciou aquela que considera ter sido mais uma obra eleitoralista

A candidatura do PTP aos órgãos autárquicos de Machico esteve esta tarde numa acção politica junto às piscinas municipais de Machico, para denunciar o que considerou ser “mais uma obra eleitoralista do regime, encerrada pouco depois de ter sido inaugurada”.

“Enquanto o regime jardinista anda por aí em propaganda eleitoral a inaugurar mais piscinas, as piscinas municipais de Machico estão encerradas por falta de pagamento à empresa fornecedora do gás”, criticou António Cartaxo, que acusou também o executivo na Câmara Municipal de acumular, “de forma leviana e incompetente, milhares de euros à empresa fornecedora do gás para aquecimento das àguas da piscina de Machico e o fornecimento do gás foi naturalmente suspenso, enquanto o partido politico que suporta o regime jardinista anda a desbaratar milhares de euros em campanha eleitoral com artistas que nada trazem à resolução dos problemas sociais das pessoas”, repudiou.

 O cabeça de lista pelos ‘Trabalhistas’ alega que “as piscinas vêm sofrendo a natural degradação resultado do abandono em que se encontram votadas, havendo já vestígios de lôdo”. E porque “actualmente apenas um grupo de miúdos do Ludens Machico, praticantes de natação, ali vão dando alguma vida, mesmo com água fria”, Cartaxo lança a suspeita sobre “as condições de higiene e segurança”.

Esta obra, que o PTP  considera uma mais-valia para todo o concelho “deveria ter sido equipada com os respectivos painéis solares, como foram por ex:, recentemente equipadas as piscinas da Camacha, e desta forma o problema do aquecimento estaria resolvido. Mas como na maior das obras do regime o que interessa é inaugurar à pressa, o tempo acaba por revelar que muitas obras que se destinavam a criar melhores condições de vida para os munícipes vêm mais tarde a revelar-se autênticos elefantes brancos, com problemas de financiamento ao nível do esbanjamento”, considerou.

Ainda sem completar uma década de existência, a já quase inoperacionalidade das piscinas de Machico resultam da “gestão autárquica, com o apoio das políticas desastrosas do PSD-M, que vem aniquilando num processo de morte lenta”, concluiu.

Com irónia, António Cartaxo disse recear que as piscinas municipais de Machico “se transforme lentamente em mais um cativeiro de douradas”. Situação que garante não irá acontecer com o PTP na Câmara, porque “esta será uma das nossas prioridades de resolução. Não é uma promessa, é um compromisso”, concretizou.

In Diário de Notícias da Madeira

JUSTIÇA PORTUGUESA COM DUALIDADES DE CRITÉRIOS PENALIZA POPULAÇÃO EM DETRIMENTO DOS INTERESSES DOS EMPRESÁRIOS ASSOCIADOS AO REGIME

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JOSÉ MANUEL COELHO ESTEVE JUNTO À QUINTA DO LORDE PARA MOSTRAR COMO A POLÍTICA DE “DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS” DA JUSTIÇA PORTUGUESA PREJUDICA OS INTERESSES DO POVO MADEIRENSE, PROTEGENDO E FAVORECENDO OS INTERESSES DOS GRANDES EMPRESÁRIOS ASSOCIADOS AO REGIME JARDINISTA.

O Deputado José Manuel Coelho, porta-voz da ação política do Grupo Parlamentar do PTP, esteve junto à Quinta do Lorde, no Caniçal, para denunciar, uma vez, mais a dualidade de critérios na aplicação da lei aos grandes empresários e, por outro lado, como esta é aplicada aos pequenos empresários e ao povo.

Coelho relembra que o empresário Samuel França viu a obra junto ao Porto Novo, Santa Cruz, ser embargada por uma clara violação do domínio marítimo. O Supremo Tribunal Administrativo  deu razão à capitania, por falta de concessão de licença para a construção de moradias naquela área, embargou a obra. O empresário ficou em dificuldades e teve de abandonar o projecto.

O deputado afirma que o Tribunal Administrativo e Fiscal do Sul e Ilhas, perante uma situação idêntica, não tomou a mesma medida. O empreendimento “Quinta do Lorde” do empresário Luís Miguel de Sousa, ocupando o domínio público marítimo, estando dentro de uma área protegida pela Rede Natura 2000, não teve qualquer impedimento legal e prossegui, estando agora edificado um condomínio turístico  de luxo que, tem a agravante de limitar o acesso ao mar às populações naquela localidade. Quem quiser ir à praia na “Quinta do Lorde” tem de pagar 15 euros.

O deputado do PTP demonstra assim que a protecção da justiça a este  empresário do regime Jardinista acabou por penalizar o povo madeirense.
A justiça portuguesa não aplica a lei a ilegalidades cometidas por estes  empresários, mas quando se trata de um cidadão comum ou um pequeno ou médio empresário tem logo a mão pesada da lei a persegui-lo para fazer aplicar as sanções.

CHEIRA A ESTURRO!

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ARTIGO DE OPINIÃO DE RAQUEL COELHO

Foi anunciado com pompa e circunstância que o SESARAM iria construir mais um contentor ao lado dos já existentes, para instalar uma nova unidade hospitalar (Centro de Procriação Assistida e internamento de psiquiatria agudos). Para surpresa de todos a Tecnovia vai construir aquele contentor por 6,2 milhões de euros.

Certos visionários prevêem o terminus daquele projeto dentro de ano e meio a dois anos! Mas dizem os entendidos que a obra é tão grande e complexa que não se prevê data de conclusão.

Depois, ainda é necessário a implementação das especialidades a operar no futuro contentor, outro grande projeto com orçamento a condizer, sempre na ordem dos seis dígitos. Mas quem será a empresa ganhadora do concurso?

Miguel Ferreira, dizia que o que custa é arrancar com a obra, porque depois, mais tarde ou mais cedo vão-se concluir os trabalhos. Talvez esteja com amnésia, visto termos um rol de obras inacabadas, as vias expresso que se ficaram pelos pilares, o centro de saúde da calheta e o hospital novo que ficaram por fazer, as escolas que depois de recuperadas vão fechar.

Vamos é ver se, para além de ter adjudicado esta obra aos suspeitos do costume, não adjudique também a gestão desta nova unidade à família Ferreira. As más línguas dizem que a administração do nosso hospital, quando se aproxima do final do mandato, manda construir um serviço à sua medida para o chefiar, tal como aconteceu com o serviço de pediatria.

Raquel Coelho

PROCURADOR QUE PROTEGEU RESPONSÁVEIS PELA OCULTAÇÃO DE DÍVIDAS DO REGIME “FOGE” PARA LISBOA

Varela Martins

COELHO SOLIDÁRIO COM JUIZ QUE QUER CONDENAÇÃO DOS CORRUPTOS DO REGIME JARDINISTA

Varela Martins, Procurador-geral adjunto da secção regional do Tribunal de Contas da Madeira, pediu dispensa de funções na sequência do despacho do juiz conselheiro, João Aveiro Pereira, que o censurou publicamente por não julgar os elementos do Governo Jardinista responsáveis pela ocultação de dívidas no sectores da Saúde e do Desporto.

Este Procurador, conivente com o regime corrupto de Jardim e sem coragem para defender a revelação da verdade dos acontecimentos, pediu à  procuradora-geral da República que o libertasse das funções que vinha exercendo, porque não tinha “serenidade para continuar”, ou seja, tal como Miguel Relvas, faltou-lhe “força anímica” para continuar ao lado do regime.

Coelho mostrou-se solidário com o juiz conselheiro da secção regional do Tribunal de Contas, João Aveiro Pereira, pela sua coragem em expor e denunciar estes atropelos à justiça e quando afirmou ser  incompreensível e chocante a recusa do Ministério Público, “não porque não haja factos e provas em abundância, que tornam os indícios fortes, indeléveis e não escamoteáveis, mas porque optou por uma linha de raciocínio divergente da realidade plasmada na auditoria” referindo-se aos encargos da administração regional “varridos para debaixo do tapete”.

GOVERNO E CÂMARA ESQUECEM HABITANTES DOS BAIRROS SOCIAIS

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O PTP é um partido solidário.

O Governo Regional e a Câmara Municipal do Funchal estão de costas voltadas para os mais pobres e desfavorecidos residentes nos bairros sociais.
Os deputados do PTP estiveram no Bairro do Hospital em contacto com os habitantes e deparam-se com várias problemas de habitabilidade e mobilidade dentro daquele bairro.
Os edifícios carecem de uma intervenção urgente para solucionar problemas que afectam especialmente os mais idosos e pessoas com dificuldades de locomoção.
Alguns edifícios têm os elevadores avariados há muitos anos, obrigando os idosos a subirem a pé vários andares.

BANCOS RECEBEM PRIMEIRO DO QUE TRABALHADORES

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Coelho diz que trabalhadores do Sá estão esquecidos

O PTP esteve, hoje, junto às instalações do grupo Sá, em São Martinho, onde disse que os trabalhadores estão a ser tratados sem dignidade.

José Manuel Coelho disse que existem entidades do grupo que não estão sujeitas ao processo de insolvência em curso, nomeadamente o detentor do património imobiliário.

A prioridade, afirma o deputado do PTP, está a ser dada aos bancos em detrimento do trabalhadores, alguns com 6 e 8 meses de salário em atraso.

Os administradores, incluindo o de insolvência, “não dão satisfação aos trabalhadores”. “Vendem o património para pagar aos bancos e esquecem-se dos trabalhadores.”

Coelho apelou aos trabalhadores madeirenses para participarem nas comemorações da USAM do 1º de Maio. “Não vão nas palavrinhas mansas” do secretário da Educação, apela.

O deputado aproveitou a ocasião para lembrar o envolvimento da deputada Maria João Monte no caso dos pagamentos indevidos ao médico Marcelino Andrade e acusou Miguel Mendonça de duplicidade de critérios no levantamento da imunidade parlamentar, no seu (Coelho) caso e no de Maria João Monte.

Fonte:

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COELHO CONTRA A “CANALHA FASCISTA” QUE INFESTA OS TRIBUNAIS

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JUSTIÇA DE “UTILIZADOR/PAGADOR” APENAS SERVE CLASSES ABASTADAS E AFASTA DOS TRIBUNAIS OS TRABALHADORES INJUSTIÇADOS

JUSTIÇA NA MADEIRA TEM DADO COBERTURA AOS PROTEGIDOS DO REGIME

José Manuel Coelho, esteve hoje junto ao Tribunal do Trabalho no Funchal para mostrar a sua indignação contra a justiça que está corrompida pelo poder político, pelos interesses do regime cobrando injustamente taxas de justiça elevadíssimas aos trabalhadores mais desprotegidos e desfavorecidos.

Para o deputado do PTP, os tribunais e os seus magistrados são fascistas e estão corrompidos pelo poder político e governativo do regime instalado. Os tribunais, no seu entender, estão ao lado das elites do regime enquanto que os trabalhadores, para além de, muitos deles, estarem desempregados e sem salário, não têm direito ao acesso à justiça gratuita.

Frequentemente, os trabalhadores que querem apresentar queixa no Tribunal do Trabalho contra a entidade patronal por esta estar em incumprimento, têm de “abandonar a sua luta”, pois são confrontados com taxas de justiça na ordem dos 600 euros para dar início ao processo de investigação e notificação das entidades visadas. Neste sentido, como não recebem o seu salário não têm possibilidade de pagar essas taxas e acabam mesmo por desistir do processo.

Coelho apela à indignação contra esta lei injusta para os trabalhadores.

A luta do deputado do PTP visa para acabar com estas políticas e com este regime de convivência entre poder político e poder judicial que espezinha o Povo.

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