REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

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ARTIGO DE OPINIÃO DE RAQUEL COELHO NO TRIBUNA DA MADEIRA: “GOLPE DE ESTADO”

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PTP ACUSA ALBUQUERQUE DE FAVORECER ANTÓNIO HENRIQUES

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RAQUEL COELHO LEMBRA A MARTINHO CÂMARA QUE ERA “AMIGO DO PSD”

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A líder parlamentar do PTP não tem dúvidas de que os atropelos à democracia, resultantes da realização de inaugurações durante a campanha eleitoral, só acontecem com “a conivência do poder judicial que nada faz”.

Raquel Coelho aproveitou a discussão do diploma do PCP para responder a uma intervenção anterior de Martinho Câmara (CDS) que recomendou outro comportamento a José Manuel Coelho se for para o Parlamento Europeu. A deputado rejeitou os conselho do deputado do CDS e recordou que este, quando era vereador na Calheta era considerado “amigo do PSD”, ao lado de quem votava quase sempre.

A deputada do PTP recordou as posições de dirigentes do CDS sobre as votações de Martinho Câmara.

Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/438362-raquel-coelho-lembra-a-martinho-camara-que-era-amigo-do-psd

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GOVERNO DO CDS E DE PAULO PORTAS “VAI NOVAMENTE AO BOLSO” DOS PENSIONISTAS E REFORMADOS

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GRUPO PARLAMENTAR DO PTP CRÍTICA DEMAGOGIA DE PAULO PORTAS E DO CDS

O grupo parlamentar do PTP, na voz do deputado José Manuel Coelho, criticou a atitude demagógica do governo da República, nomeadamente do parceiro de coligação, CDS, que, através de Paulo Portas, anda a ludibriar o povo português.

Coelho disse que Paulo portas deveria receber o prémio de maior demagogo e aldrabão existente à face da terra, já que  na passada quinta-feira,  Paulo Portas, 3 de Outubro, anunciou na comunicação social que não haveria mais pacotes de austeridade para o povo português. Passadas 48 horas e Paulo Portas era desmentido.

O Vice-Primeiro-Ministro  e o seu Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, afinal vão mais uma vez ao bolso dos reformados e pensionistas. No entanto, desta vez, atingem os mais pobres.

O deputado do PTP afiram que é  necessário dizer aos portugueses com toda a clareza que o Governo da República, através do CDS, vai fazer cortes nas pensões de invalidez, reformas e mesmo nas pensões de sobrevivência, lançado mais austeridade e mais pobreza sobre a Nação Portuguesa.

No que diz respeito às pensões de sobrevivência, os cortes a plicar já em 2014 atingirão os beneficiários que tenham uma pensão a partir dos 419 euros. Este  roubo foi planeado pelo CDS antes do acto eleitoral autárquico, mas só anunciado agora, por motivos eleitoralistas.

O grupo parlamentar do PTP salienta a necessidade dos pensionistas, nomeadamente os mais pobres, perceberem que o CDS vai roubar-lhes já no próximo ano cerca de 100 milhões de euros das suas reformas.

Coelho defende que o combate aos demagogos, aos ladrões e aos traidores do povo não pode nem vai abrandar.

 Este roubo perpetrado pelo CDS  aos reformados seria suficiente para levar o senhor José Manuel Rodrigues a retomar o seu lugar de deputado na Assembleia da República e votar contra estas medidas do seu partido que visam atacar os mais pobres, defende o deputado trabalhista.

É necessário que, tanto na Madeira e como no continente português, continuar a lutar contra a direita que destrói este País, conclui José Manuel Coelho.

Estado das piscinas de Machico são o resultado de uma gestão “leviana e incompetente”

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PTP denunciou aquela que considera ter sido mais uma obra eleitoralista

A candidatura do PTP aos órgãos autárquicos de Machico esteve esta tarde numa acção politica junto às piscinas municipais de Machico, para denunciar o que considerou ser “mais uma obra eleitoralista do regime, encerrada pouco depois de ter sido inaugurada”.

“Enquanto o regime jardinista anda por aí em propaganda eleitoral a inaugurar mais piscinas, as piscinas municipais de Machico estão encerradas por falta de pagamento à empresa fornecedora do gás”, criticou António Cartaxo, que acusou também o executivo na Câmara Municipal de acumular, “de forma leviana e incompetente, milhares de euros à empresa fornecedora do gás para aquecimento das àguas da piscina de Machico e o fornecimento do gás foi naturalmente suspenso, enquanto o partido politico que suporta o regime jardinista anda a desbaratar milhares de euros em campanha eleitoral com artistas que nada trazem à resolução dos problemas sociais das pessoas”, repudiou.

 O cabeça de lista pelos ‘Trabalhistas’ alega que “as piscinas vêm sofrendo a natural degradação resultado do abandono em que se encontram votadas, havendo já vestígios de lôdo”. E porque “actualmente apenas um grupo de miúdos do Ludens Machico, praticantes de natação, ali vão dando alguma vida, mesmo com água fria”, Cartaxo lança a suspeita sobre “as condições de higiene e segurança”.

Esta obra, que o PTP  considera uma mais-valia para todo o concelho “deveria ter sido equipada com os respectivos painéis solares, como foram por ex:, recentemente equipadas as piscinas da Camacha, e desta forma o problema do aquecimento estaria resolvido. Mas como na maior das obras do regime o que interessa é inaugurar à pressa, o tempo acaba por revelar que muitas obras que se destinavam a criar melhores condições de vida para os munícipes vêm mais tarde a revelar-se autênticos elefantes brancos, com problemas de financiamento ao nível do esbanjamento”, considerou.

Ainda sem completar uma década de existência, a já quase inoperacionalidade das piscinas de Machico resultam da “gestão autárquica, com o apoio das políticas desastrosas do PSD-M, que vem aniquilando num processo de morte lenta”, concluiu.

Com irónia, António Cartaxo disse recear que as piscinas municipais de Machico “se transforme lentamente em mais um cativeiro de douradas”. Situação que garante não irá acontecer com o PTP na Câmara, porque “esta será uma das nossas prioridades de resolução. Não é uma promessa, é um compromisso”, concretizou.

In Diário de Notícias da Madeira

CHEIRA A ESTURRO!

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ARTIGO DE OPINIÃO DE RAQUEL COELHO

Foi anunciado com pompa e circunstância que o SESARAM iria construir mais um contentor ao lado dos já existentes, para instalar uma nova unidade hospitalar (Centro de Procriação Assistida e internamento de psiquiatria agudos). Para surpresa de todos a Tecnovia vai construir aquele contentor por 6,2 milhões de euros.

Certos visionários prevêem o terminus daquele projeto dentro de ano e meio a dois anos! Mas dizem os entendidos que a obra é tão grande e complexa que não se prevê data de conclusão.

Depois, ainda é necessário a implementação das especialidades a operar no futuro contentor, outro grande projeto com orçamento a condizer, sempre na ordem dos seis dígitos. Mas quem será a empresa ganhadora do concurso?

Miguel Ferreira, dizia que o que custa é arrancar com a obra, porque depois, mais tarde ou mais cedo vão-se concluir os trabalhos. Talvez esteja com amnésia, visto termos um rol de obras inacabadas, as vias expresso que se ficaram pelos pilares, o centro de saúde da calheta e o hospital novo que ficaram por fazer, as escolas que depois de recuperadas vão fechar.

Vamos é ver se, para além de ter adjudicado esta obra aos suspeitos do costume, não adjudique também a gestão desta nova unidade à família Ferreira. As más línguas dizem que a administração do nosso hospital, quando se aproxima do final do mandato, manda construir um serviço à sua medida para o chefiar, tal como aconteceu com o serviço de pediatria.

Raquel Coelho

A LOUCURA COLETIVA DO PSD

Locura coletiva PSD

JARDIM E PSD SONHAM TORNAR A MADEIRA NUMA DITADURA ELIMINANDO TODOS OS ÓRGÃOS QUE AINDA CONTROLAM OS SEUS DELÍRIOS

O estado de demência de Alberto João Jardim e a loucura coletiva que atacou o PSD -Madeira, levou a que apresentassem ontem, 16 de Abril de 2013, no parlamento Madeirense um projeto de Revisão Constitucional a enviar para a Assembleia da República. Este documento que demonstra a insanidade dos laranjas da Rua dos Netos prevê, entre outros aspectos, a extinção do cargo de Representante da República, do Tribunal Constitucional (TC), da Comissão Nacional de Eleições (CNE), da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a limitação do direito de greve às forças armadas, de segurança, transportes, saúde e justiça.

Está em marcha um plano do regime Jardinista para instaurar a ditadura totalitária na Madeira.

 

COMUNICAÇÃO DO REGIME SÓ CONVIDA PSD PARA COMENTAR

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VOTO DE PROTESTO

“Pela selecção dos comentadores para a RTP Madeira, RDP Madeira e Jornal da Madeira”

Os órgãos de Comunicação Social devem se reger pela isenção e pluralismo, em particular aqueles que têm como accionista o Estado ou são subsidiados por entidades públicas, como o exemplo da RTP Madeira, da RDP Madeira e do Jornal da Madeira.

Na RAM, o caso do Jornal da Madeira é o mais alarmante, na medida que é subsidiado diariamente com uma verba do Governo Regional de 11 mil euros. Este jornal apresenta como comentadores convidados, os ilustres desconhecidos, isentos e apartidários, Alberto João Jardim, Alberto Casimiro, Gilberto Teixeira, João Carlos Abreu, Luciano Castanheira, Luís Filipe Malheiro, Morna Nascimento e Medeiros Gaspar. Muito embora, nos últimos tempos o Jornal da Madeira tenha reduzido o leque de comentadores, nomeadamente com a dispensa de Miguel Albuquerque.

Na RTP/RDP Madeira, para além de outros exemplos em que há clara falta de isenção e pluralismo, destacamos ainda o empresário democrático e isento, Luís Miguel de Sousa, o ex-eurodeputado, ex-membro da comissão política do PSD, ex-vereador, ilustre independente e isento, professor Virgílio Pereira.

A este leque juntasse o politicamente virgem, com uma isenção partidária extraordinária, Dr. Ricardo Vieira, ex-presidente e ex-deputado do CDS/PP Madeira.

A administração destes três órgãos de comunicação social, RTP Madeira, RDP Madeira e Jornal da Madeira, devem ser alvo de protesto da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira politicamente pela falta de isenção e pluralismo no convite ou contratação que fazem aos comentadores políticos.

Todos os comentadores nestes órgãos de comunicação social estão ligados aos “partidos do sistema”, PSD/CDS, não sendo dada a possibilidade de intervenção às outras forças políticas da oposição.

Perante o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, em defesa da isenção, do pluralismo e da democracia, apresenta um Voto de Protesto ao conselho de administração dos órgãos de comunicação social acima mencionados.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 1 de Abril de 2013.

O Grupo Parlamentar do PTP

MORTE DA AGRICULTURA NA MADEIRA

VOTO DE PESAR PELAS MEDIDAS DO GOVERNO DA REPÚBLICA PARA O SECTOR AGRÍCOLA

O PTP ACUSA GOVERNO DA REPÚBLICA DE “ASSASSINAR” A AGRICULTURA DEIXANDO MILHARES DE AGRICULTORES NUMA SITUAÇÃO DE POBREZA

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VOTO DE PESAR

“Pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira”

O Grupo Parlamentar do PTP vem apresentar um Voto de Pesar pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira, vítima das políticas do Governo da República (PSD/CDS).

O Governo da República, através da senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS) e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), quer eliminar por completo a agricultura praticada na Região Autónoma da Madeira. Trata-se de uma agricultura de subsistência, não sendo possível exercer esta actividade nos moldes industriais dada a orografia do terrenos e às micro áreas agrícolas, divididas em pequenas fracções.

A aplicação do Decreto-lei nº 198/2012, de 24 de Agosto, na RAM, a 1 de Abril de 2013, obriga os agricultores a se colectarem nas finanças, irá ter consequências nefastas para os agricultores, visto que na sua esmagadora maioria possuem fracos rendimentos.

Este Decreto Legislativo não deve ser aplicado na RAM dada à especificidade da nossa agricultura subsistência.

Perante este sufoco financeiro que o Governo da República se prepara para aplicar aos agricultores Madeirenses, nomeadamente a senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS), e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), tememos que muitos abandonem esta actividade, deixando milhares de hectares de terrenos ao abandono.

O abandono dos terrenos agravará ainda mais a situação de pobreza que se vive na RAM neste momento. Estas novas regras fiscais conduziram o sector agrícola à morte.

De acordo com o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira está solidária com os agricultores, pois está consciente dos prejuízos que esta legislação trará ao sector e aos próprios agricultores. A ALRAM lamenta e apresenta os pêsames aos agricultores e aos seus familiares que verão o seu meio de subsistência morrer pelas mãos de Vítor Gaspar e Assunção Cristas, na Madeira representados por Alberto João Jardim e José Manuel Rodrigues.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 1 de Abril de 2013

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português

MAJOR JAIME NEVES NUNCA FOI REVOLUCIONÁRIO

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O PTP lamenta as atitudes do Major Jaime Neves no período do PREC e no papel que teve no 25 de Novembro. A morte é sempre dolorosa, em particular para os familiares e amigos mais próximos. A morte faz parte da lei da vida. Ninguém há-de ficar para contar histórias. No entanto, há histórias que não se podem esquecer.

Faz parte da História que Jaime Neves nunca foi revolucionário, que nunca foi amigo da democracia, da paz e da independência das ex-colónias.

Reparem num excerto de uma entrevista recente que o Major deu a um órgão de comunicação social:

 – «No 25 Abril, tive o meu primeiro choque quando chega uma série de malta da margem sul e disseram: “nem mais um homem para as colónias”»;

 – «Não sou defensor da descolonização. Pensei sempre que deveríamos controlar daqui o processo».

– «Eu dizia para se deixar a Guiné e agarrar Angola e o pessoal que estava na Guiné também ia para Moçambique».

 – «Colocaram cravos nas armas, não foi por acaso, mas sim para nos neutralizar. Eu nunca deixei que o fizessem, queria poder empregar todos os meios». (Ou seja, o senhor defendia uma luta armada e o derramamento de sangue. Defendia o império colonial).

 – «O Costa Gomes ordenou-me para ir buscar um cubano, o célebre capitão Prelata que estava no hospital da Estrela. Perguntei-lhe se podia usar todos os meios ao meu alcance (…) (Referia-se às armas. Ficou muito triste pois após algum tempo Costa Gomes referiu que só em casos extremos poderia recorrer às armas).

Vejam só a consideração que o senhor Major tinha pelos militares:

– «Nós militares, infelizmente éramos politicamente mal preparados, mas éramos todos parecidos. Depois surgiram outros que se diziam de esquerda. Mas olhe, esses gajos que se rotularam de esquerda eram uma merda como militares».

Os deputados de Abril, em particular os que cumpriram o serviço militar, os rotulados de esquerda, como é o caso dois deputados do  Grupo Parlamentar do PTP, não podem ter a mínima consideração pelo General que, logo no dia 25 de Abril, quando se apercebeu da presença de civis na Revolução arrependeu-se e chegou mesmo a afirmar que estava a ser enganado.

Em consciência, pela democracia e pela liberdade dos princípios de Abril, o Grupo Parlamentar do PTP recusa-se a votar o Voto de Pesar, tal como PSD se recusou neste Parlamento a votar Votos de Pesar do progressista, o irmão do padre Martins. Os homens e mulheres de esquerda temos a obrigação de reagir aos traidores de Abril, mesmo depois da sua morte.

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