REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

Archive for the ‘PSD’ Category

COMUNICAÇÃO DO REGIME SÓ CONVIDA PSD PARA COMENTAR

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VOTO DE PROTESTO

“Pela selecção dos comentadores para a RTP Madeira, RDP Madeira e Jornal da Madeira”

Os órgãos de Comunicação Social devem se reger pela isenção e pluralismo, em particular aqueles que têm como accionista o Estado ou são subsidiados por entidades públicas, como o exemplo da RTP Madeira, da RDP Madeira e do Jornal da Madeira.

Na RAM, o caso do Jornal da Madeira é o mais alarmante, na medida que é subsidiado diariamente com uma verba do Governo Regional de 11 mil euros. Este jornal apresenta como comentadores convidados, os ilustres desconhecidos, isentos e apartidários, Alberto João Jardim, Alberto Casimiro, Gilberto Teixeira, João Carlos Abreu, Luciano Castanheira, Luís Filipe Malheiro, Morna Nascimento e Medeiros Gaspar. Muito embora, nos últimos tempos o Jornal da Madeira tenha reduzido o leque de comentadores, nomeadamente com a dispensa de Miguel Albuquerque.

Na RTP/RDP Madeira, para além de outros exemplos em que há clara falta de isenção e pluralismo, destacamos ainda o empresário democrático e isento, Luís Miguel de Sousa, o ex-eurodeputado, ex-membro da comissão política do PSD, ex-vereador, ilustre independente e isento, professor Virgílio Pereira.

A este leque juntasse o politicamente virgem, com uma isenção partidária extraordinária, Dr. Ricardo Vieira, ex-presidente e ex-deputado do CDS/PP Madeira.

A administração destes três órgãos de comunicação social, RTP Madeira, RDP Madeira e Jornal da Madeira, devem ser alvo de protesto da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira politicamente pela falta de isenção e pluralismo no convite ou contratação que fazem aos comentadores políticos.

Todos os comentadores nestes órgãos de comunicação social estão ligados aos “partidos do sistema”, PSD/CDS, não sendo dada a possibilidade de intervenção às outras forças políticas da oposição.

Perante o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, em defesa da isenção, do pluralismo e da democracia, apresenta um Voto de Protesto ao conselho de administração dos órgãos de comunicação social acima mencionados.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 1 de Abril de 2013.

O Grupo Parlamentar do PTP

MORTE DA AGRICULTURA NA MADEIRA

VOTO DE PESAR PELAS MEDIDAS DO GOVERNO DA REPÚBLICA PARA O SECTOR AGRÍCOLA

O PTP ACUSA GOVERNO DA REPÚBLICA DE “ASSASSINAR” A AGRICULTURA DEIXANDO MILHARES DE AGRICULTORES NUMA SITUAÇÃO DE POBREZA

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VOTO DE PESAR

“Pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira”

O Grupo Parlamentar do PTP vem apresentar um Voto de Pesar pela morte da agricultura na Região Autónoma da Madeira, vítima das políticas do Governo da República (PSD/CDS).

O Governo da República, através da senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS) e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), quer eliminar por completo a agricultura praticada na Região Autónoma da Madeira. Trata-se de uma agricultura de subsistência, não sendo possível exercer esta actividade nos moldes industriais dada a orografia do terrenos e às micro áreas agrícolas, divididas em pequenas fracções.

A aplicação do Decreto-lei nº 198/2012, de 24 de Agosto, na RAM, a 1 de Abril de 2013, obriga os agricultores a se colectarem nas finanças, irá ter consequências nefastas para os agricultores, visto que na sua esmagadora maioria possuem fracos rendimentos.

Este Decreto Legislativo não deve ser aplicado na RAM dada à especificidade da nossa agricultura subsistência.

Perante este sufoco financeiro que o Governo da República se prepara para aplicar aos agricultores Madeirenses, nomeadamente a senhora Ministra da Agricultura, Assunção Cristas (CDS), e o senhor Ministro das Finanças, Vítor Gaspar (PSD), tememos que muitos abandonem esta actividade, deixando milhares de hectares de terrenos ao abandono.

O abandono dos terrenos agravará ainda mais a situação de pobreza que se vive na RAM neste momento. Estas novas regras fiscais conduziram o sector agrícola à morte.

De acordo com o exposto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira está solidária com os agricultores, pois está consciente dos prejuízos que esta legislação trará ao sector e aos próprios agricultores. A ALRAM lamenta e apresenta os pêsames aos agricultores e aos seus familiares que verão o seu meio de subsistência morrer pelas mãos de Vítor Gaspar e Assunção Cristas, na Madeira representados por Alberto João Jardim e José Manuel Rodrigues.

Com os melhores cumprimentos,

Funchal, 1 de Abril de 2013

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português

MAJOR JAIME NEVES NUNCA FOI REVOLUCIONÁRIO

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O PTP lamenta as atitudes do Major Jaime Neves no período do PREC e no papel que teve no 25 de Novembro. A morte é sempre dolorosa, em particular para os familiares e amigos mais próximos. A morte faz parte da lei da vida. Ninguém há-de ficar para contar histórias. No entanto, há histórias que não se podem esquecer.

Faz parte da História que Jaime Neves nunca foi revolucionário, que nunca foi amigo da democracia, da paz e da independência das ex-colónias.

Reparem num excerto de uma entrevista recente que o Major deu a um órgão de comunicação social:

 – «No 25 Abril, tive o meu primeiro choque quando chega uma série de malta da margem sul e disseram: “nem mais um homem para as colónias”»;

 – «Não sou defensor da descolonização. Pensei sempre que deveríamos controlar daqui o processo».

– «Eu dizia para se deixar a Guiné e agarrar Angola e o pessoal que estava na Guiné também ia para Moçambique».

 – «Colocaram cravos nas armas, não foi por acaso, mas sim para nos neutralizar. Eu nunca deixei que o fizessem, queria poder empregar todos os meios». (Ou seja, o senhor defendia uma luta armada e o derramamento de sangue. Defendia o império colonial).

 – «O Costa Gomes ordenou-me para ir buscar um cubano, o célebre capitão Prelata que estava no hospital da Estrela. Perguntei-lhe se podia usar todos os meios ao meu alcance (…) (Referia-se às armas. Ficou muito triste pois após algum tempo Costa Gomes referiu que só em casos extremos poderia recorrer às armas).

Vejam só a consideração que o senhor Major tinha pelos militares:

– «Nós militares, infelizmente éramos politicamente mal preparados, mas éramos todos parecidos. Depois surgiram outros que se diziam de esquerda. Mas olhe, esses gajos que se rotularam de esquerda eram uma merda como militares».

Os deputados de Abril, em particular os que cumpriram o serviço militar, os rotulados de esquerda, como é o caso dois deputados do  Grupo Parlamentar do PTP, não podem ter a mínima consideração pelo General que, logo no dia 25 de Abril, quando se apercebeu da presença de civis na Revolução arrependeu-se e chegou mesmo a afirmar que estava a ser enganado.

Em consciência, pela democracia e pela liberdade dos princípios de Abril, o Grupo Parlamentar do PTP recusa-se a votar o Voto de Pesar, tal como PSD se recusou neste Parlamento a votar Votos de Pesar do progressista, o irmão do padre Martins. Os homens e mulheres de esquerda temos a obrigação de reagir aos traidores de Abril, mesmo depois da sua morte.

DOIS PREGOS A MARTELO

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O Sr. Deputado Jaime Ramos, líder do grupo parlamentar do PSD e alto figurão do regime, é conhecido pela sua “gentileza e grandes modos” principalmente quando o assunto é a oposição.

Como é habitual, durante as sessões plenárias o Sr. Deputado Jaime Ramos diverte-se escarnecendo da vida pessoal dos deputados da oposição.

Havendo inúmeros episódios a apontar, alguns até impróprios de reproduzimos devido à sua baixeza.  Na semana passada, á semelhança de tantas outras, optou por mencionar a situação económica da família do deputado Vítor Freitas e do seu irmão deputado Hélder Spínola, dizendo que “dantes viviam num chiqueiro e que graças a serem  eleitos deputados saíram dessa pobreza juntamente com as suas famílias”.

Ora o deputado José Manuel ouvindo repetidamente tais acusações achou injusto tais comentários principalmente vindos de quem vinham e aproveitou durante a sua intervenção para relembrar ao Sr. Jaime Ramos “que este nem devia abrir a boca sobre tais matérias, visto ter trazido a família toda para assembleia, trouxe a esposa,  trouxe o filho, trouxe o segurança e quase que trazia o gato e a gata o pato e a pata que tem lá em casa”.

É certo e sabido que o Sr. Jaime Ramos não leva desaforos para casa e responde sempre à “letra” a qualquer  comentário que não o agrade. Mas por vezes responder a certos comentários torna-se difícil, visto não haver argumentos de contra-ataque, e por ser complicado fazê-lo à frente das câmaras, preferindo na altura engolir o sapo, mantendo-se em silêncio.

A troca de galhardetes e ofensas no Parlamento Regional é algo recorrente principalmente vindas da bancada do PSD, nada de novo até aqui.

O problema é quando essas hostilidades são passadas lá para fora e vão mais longe que simples palavras. Quando resultam no dano ou perda material de algum bem, ou pior, quando atingem a integridade física de alguém.

O que é certo é que o Sr. deputado José Manuel Coelho na semana seguinte quando foi buscar o carro ao estacionamento (que a Assembleia Legislativa da Madeira   aluga para os deputados e funcionários), tinha dois pregos colocados a martelo nos pneus da frente da sua carrinha.

Digamos que é o preço que se paga por atrever-mo-nos a dizer que o rei vai nu.

Artigo de opinião de Raquel Coelho in Tribuna da Madeira

IMPOSTO SOBRE “OURO NEGRO” ENRIQUECE MÁFIA JARDINISTA

GÁS A PREÇO PROIBITIVO PARA ENCHER OS BOLSOS DOS BARÕES DO REGIME JARDINISTA

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NA MADEIRA, O IMPOSTO ARRECADADO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS E PRODUTOS PETROLÍFEROS  É APLICADO NOS COFRES DOS EMPRESÁRIOS DO REGIME, NO JORNAL DE PROPAGANDA POLÍTICA DE JARDIM E EM MUITOS OUTROS “ELEFANTES BRANCOS”

José Manuel Coelho,do PTP, esteve junto a um posto revendedor da Galp Energia, no Funchal, para denunciar os preços proibitivos do gás e dos combustíveis.
Comparando os preços do gás na Madeira com os praticados na Região Autónoma dos Açores, Coelho demonstrou que os Madeirenses pagam muitos mais pelo gás de uso doméstico, pois enquanto nos Açores uma botija de gás de 13 kg custa 17,20€, na Madeira a mesma botija custa 27 €. Este 10€ a mais são relativos ao imposto sobre os combustíveis.
O deputado do PTP, salienta que os impostos cobrados sobre os combustíveis não vão para sectores públicos que estão com sérias dificuldades para se manterem em funcionamento, como a Saúde e a Educação, mas vão direitinhos para as Parcerias Público Privadas, como a Via Expresso e a Via Litoral, para pagar o jornal de propaganda do regime Jardinista, Jornal da Madeira, e para pagar o ordenado chorudo do seu administrador, Rui Nóbrega, que “leva” 4.700€ mensais. Apontou ainda Avelino Farinha, (AFA), António Henriques e os “Sousas dos portos” como os responsáveis pela miséria do Povo da Madeira e do Porto Santo.

GOVERNO REGIONAL PERSEGUE E AMEAÇA PARA DEFENDER CACIQUES DO PSD

JARDIM DEFENDE ABUTRES DO PSD E FICA CONTRA OS INTERESSES E OS BENS DO POVO

José Manuel Coelho, do PTP, esteve na freguesia da Camacha, zona alta do Concelho de Santa Cruz, para denunciar mais um ataque à propriedade privada perpetrado pelo Governo Regional e as empresas ligadas ao regime Jardinista.
Para o Deputado do PTP, esta é mais uma iniciativa autoritária do Governo de Jardim que não respeita o direito de propriedade privada, para que, em nome dos interesses daqueles que orbitam à volta do Governo, os abutres do regime Jardinista, enriqueçam com os bens do Povo da Madeira.
Neste caso em concreto, a proprietária de um terreno viu a sua propriedade ser expropriada sem receber qualquer indemnização compensatória pela perda da propriedade. Sentiu-se injustiçada e contactou o partido que dá voz ao Povo, PTP, para solicitar ajuda.
No entanto, a proprietária do terreno em questão, senhora Gilberta Quintal, foi coagida a desistir deste processo de denuncia pelos caciques do PSD, incluindo o proprietário da empresa FLORASANTO que, invadiu os terrenos para cortar a madeira sem lhe pagar “um tostão”. A própria família foi perseguida e forçada a convencer a senhora Gilberta Quintal a desistir desta ação de denuncia política.
Para José Manuel Coelho esta é uma situação de abuso de poder e que tem de ser denunciada e travada “doa a quem doer”, conclui o Deputado.

PSD E PS EM SANTA CRUZ ENDIVIDAM POVO EM 23 MILHÕES DE EUROS PARA PAGAR ROUBOS E INCOMPETÊNCIA

ÓSCAR TEIXEIRA DO PS TRAIU O POVO DE SANTA CRUZ

O Grupo Parlamentar Trabalhista acompanhou a reunião extraordinária da Assembleia Municipal da Câmara de Santa Cruz.
O ponto único em discussão nesta reunião foi sobre o empréstimo de 23 milhões de euros ao abrigo do PAEL – Programa de Apoio à Economia Local, um programa proposto e acompanhado pelo Governo da República.
José Manuel Coelho, do PTP, criticou e responsabilizou o deputado do PS, Óscar Teixeira, pela viabilização da decisão de contrair este empréstimo, pois ao se demitir, permitiu que o PSD em maioria fizesse aprovar esta decisão.
Para muitos munícipes presentes nesta reunião extraordinária, esta é uma tripla austeridade já que para pagar este empréstimo vai ser necessário aumentar as receitas da Câmara Municipal de Santa Cruz, o mesmo será dizer que será necessário aumentar os impostos municipais como o IMI, o custo da água, do saneamento básico, recolha de lixo, a derrama entre outros.
Para José Manuel Coelho, a Câmara Municipal de Santa Cruz não teria chegado a esta situação se não tivesse contraído uma dívida colossal através dos sucessivos erros de governação social democrata.
Para o Deputado do PTP, a incompetência do vários autarcas do PSD, com uma ajuda do PS local,  ao longo das últimas décadas permitiram que escapassem impunes e permitissem esta tripla austeridade sobre o Povo de Santa Cruz.

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