REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

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CONDENADO POR FALAR A VERDADE

ACTO INÉDITO: DEPUTADO CONDENADO POR DENUNCIAR AS MENTIRAS ESCONDIDAS DO POVO MADEIRENSE DURANTE 40 ANOS.

Coelho algemado

“Sou um deputado condenado por falar a verdade”

 

“Pela primeira vez, neste país que se diz de Abril, um deputado é condenado por dizer a verdade”, afirmou José Manuel Coelho na intervenção de abertura da sessão plenária de hoje, na ALM.

O deputado do PTP subiu à tribuna vestido de prisioneiro, lembrando que foi condenado a uma pena de prisão, suspensa, por “dizer a verdade” e denunciar crimes públicos como a má gestão, a corrupção e a violência doméstica.

Coelho acusou os tribunais de não darem o mesmo tratamento a Alberto João Jardim, que comparou a Salazar e a quem acusou de favorecer “amigos”  e deixar a Madeira “na bancarrota”.

O deputado lembrou os insultos de Jardim a António Guterers, a quem chamou mafioso, aos deputados, tratados como “um bando de louco” e as afirmações “xenófobas” contra os chineses.

“Alberto João e o seu regime vão cair, como o seu antecessor Salazar”, afirmou.

Fonte: Diário de Notícias online

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FASCISTAS E CORRUPTOS QUEREM PRENDER COELHO

Julgamento de José Manuel Coelho por difamação prosseguiu hoje

Imagens no YOUTUBE em: http://youtu.be/aoLyAk3llfg

O julgamento do agora deputado do PTP na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), José Manuel Coelho, acusado de cinco crimes de difamação na forma agravada, continuou hoje no Tribunal de Vara Mista do Funchal com a audição de três testemunhas (Filomeno Paulo, Carlos Perdigão e João Dantas).

Filomeno Paulo, ex-director do Serviço Regional de Saúde (SRS) foi indicado por Conceição Estudante. Carlos Perdigão, ex-director regional de Saúde Pública também foi indicado por Estudante. Já o ex-presidente da Câmara do Funchal, João Dantas, foi indicado por Jardim.

Na sessão de hoje, em que José Manuel Coelho responde ainda por um crime de ofensa a organismo, serviço ou pessoa colectiva, também na forma agravada, foram distribuídas às partes as declarações, prestadas por escrito, do presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, que se constituiu assistente no processo.

Face a tal depoimento o Ministério Público (MP) ‘dispensou’ Jardim de novas declarações.

O julgamento reporta-se a quatro processos, o mais antigo de 2002. Nesse ano, segundo o despacho de pronúncia, José Manuel Coelho produziu e distribuiu
um panfleto no qual a secretária regional dos Assuntos Sociais à data, Conceição Estudante, era acusada de encher “os bolsos de dinheiro” ao então presidente da Assembleia Municipal de Santa Cruz e médico Joaquim Vieira na sequência de um suposto protocolo.

Outro processo remonta a 2008, quando José Manuel Coelho declarou a vários órgãos de comunicação social: “Uma vez, a pedido da família de um governante madeirense que batia na mulher por ciúmes, deitaram uma notícia de denúncia num jornal clandestino que se editava em Gaula”.

A frase consta do despacho de acusação, que recorda uma condenação por difamação do arguido pela distribuição de panfletos nos quais acusava o vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, de bater na mulher.

Um mês depois, no plenário do parlamento regional, o deputado abordou a violência doméstica: “Eu lembro-me de um governante que nós temos aqui no Governo que agride a mulher”, declarou o deputado, citado pelo Ministério Público (MP).

Segundo o MP, estas afirmações foram “entendidas, por todos os deputados e pessoas em geral, como dirigidas” a João Cunha e Silva.

José Manuel Coelho é ainda visado num processo relativo a Janeiro de 2009, na sequência de declarações transmitidas pela RTP/Madeira, sobre as atas
da assembleia legislativa, que disse não refletirem “o que lá se passa porque são censuradas” e “falsificadas”.

O último processo em julgamento é também de 2009 (Julho), igualmente sobre declarações transmitidas naquele canal relativas a um negócio entre a Câmara de Santa Cruz e a ‘Quinta Escuna’, em que José Manuel Coelho afirmou que o presidente do Governo Regional da Madeira recebia “a sua comissão”.

Nas declarações enviadas ao tribunal, Alberto João Jardim salienta que “ao longo de mais de 30 anos de atividade política […] nunca beneficiou de quaisquer comissões, prebendas ou sinecuras”.

“Tudo o que auferiu [o assistente], no exercício de funções públicas, está contabilizado pela contabilidade pública, foi publicado e é do conhecimento público”, escreve o governante, acusando José Manuel Coelho de o ter caluniado “voluntária, consciente e intencionalmente, de forma torpe e miserável” e sem “quaisquer fundamentos”.

Na audiência de hoje, o coletivo de juízes presidido por Teresa Miranda deliberou, na sequência de requerimento do advogado de José Manuel Coelho, solicitar ao município de Santa Cruz informações relativas ao processo ‘Quinta Escuna’ e reiterar à Assembleia Legislativa da Madeira o pedido para o deputado Roberto Silva prestar declarações.

A próxima sessão está prevista para o dia 06 de novembro, às 14 horas

Fonte: DIARIO DE NOTICIAS MADEIRA

http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/350914-joao-dantas-carlos-perdigao-e-filomeno-paulo-testemunhas-contra-coelho

COELHO CONDENADO POR DIZER A VERDADE

MAGISTRADOS CORRUPTOS PERSEGUEM E CONDENAM QUEM DENUNCIA, PROTEGENDO OS VERDADEIROS CRIMINOSOS

José Manuel Coelho, o Deputado que dá voz ao Povo, junto ao Tribunal da Vara Mista do Funchal, anunciou que foi mais uma vez processado por denunciar mais um caso de corrupção e roubo ao Povo. Para o Deputado do PTP, este é o preço que paga por lutar por um País mais justo, mais livre, “limpo e mais decente”.

De acordo com José Manuel Coelho, inúmeros empresários e cidadãos Madeirenses queixavam-se da Solicitadora Maria João Marques, dado que executava créditos e não entregava os valores aos exequentes. Frequentemente, os exequentes julgaram ter sido os seus advogados a ficar com as verbas recuperadas através da execução da solicitadora, no entanto, era a própria solicitadora que se apoderava dessas verbas, afirmou o Deputado do Povo.
Esta situação tornou-se muito incómoda para os advogados, contudo, dada à influência que esta senhora tem junto dos magistrados, temeram denunciar pois poderiam ser alvo de represálias.
Coelho, não temendo a justiça corrupta, nem a Solicitadora em questão, denunciou e revelou a verdade por detrás do desaparecimento do dinheiro  das execuções. Como consequência, José Manuel Coelho enfrenta agora um processo interposto pela Associação dos Agentes de Execução e pela Solicitadora Maria João Marques. Para o político sem medo, a Associação deveria investigar a solicitadora e puni-la perante um acto de corrupção e roubo, e não investigar e perseguir quem denuncia.

José Manuel Coelho afirma que “não vira a cara à luta” e vai continuar a denunciar as injustiças e a corrupção que infesta a política, a justiça e o poder governamental deste país. O deputado diz que a sua luta “é sempre para a frente”, pois não teme o sistema judicial português “corrupto e podre”.

Coelho acrescenta que os juízes, que protegem os corruptos e perseguem aqueles que denunciam,  julgam estar a salvo nas suas “torres de marfim”, mas isso não vai acontecer, pois, como já tinha referido, vai continuar a sua luta por um País, uma região e uma justiça mais “limpa e decente”.

O Deputado afirma não ter medo dos magistrados, nem da justiça corrupta, conclui.

JUSTIÇA CORRUPTA PROTEGE REGIME LADRÃO

COELHO ACUSA JUÍZES CORRUPTOS SUBJUGADOS A JARDIM

Coelho, em frente ao Palácio da Justiça,  acusa juízes de estarem corrompidos e subservientes ao regime Jardinista.

O deputado do PTP, José Manuel Coelho denunciou mais um caso de corrupção na justiça Portuguesa. Acusa os juízes de estarem ao lado daqueles que tem roubado a Madeira nos últimos anos e de não estarem ao serviço do Povo, da economia e da sociedade. Coelho exemplifica esta situação com o seu caso particular.

Em questão está um processo  entreposto pelo empresário e amigo de Alberto João Jardim, Luís Miguel Sousa, acusando o deputado de difamação. Coelho denunciou o que considerou ser um grave caso de corrupção envolendo este empresário e a gestão do porto do Funchal. O caso foi investigado pela polícia judiciária, pois existia matértia criminal para desencadear tal investigação. No enatanto, a juíza responsável pelo processo, antes de ir embora para Lisboa, arquivou o processo, ficando os criminosos por responsabilizar.

José Manuel Coelho foi absolvido da acusação pelo juiz de primeira instância. Contudo, o empresário, sequioso de dinheiro e vingança, entrepõe recurso para o tribunal da relação. O advogado de Luís Miguel Sousa, Garcia Pereira, um falso Comunista nas palavras de Coelho, consegue convencer os juízes da relação a condenar Coelho a pagar uma indemnização de 7.500€ ao empresário corrupto. Estes juízes estão relacionados com o regime Jardinista, com a corrupção económica e com a maçonaria.

A exposição da verdade tem sido condenada, enquanto que os verdadeiros criminosos continuam à solta cometendo crimes contra o Povo Madeirense.

José Manuel Coelho, diz não baixar os braços. Vai continuar a lutar “contra ventos e marés”, contra a corrupção, contra os roubos e contra este regime Jardinista que tem alimentado tubarões gananciosos ao longo de mais de três décadas, deixando o  Povo com dívidas e na mais pura miséria.

JARDIM E PSD PRATICAM CENSURA

JORNAL DA MADEIRA TEM HOMEM DO “LÁPIS AZUL”

O Grupo Parlamentar do PTP, a Voz do Povo,  esteve juntos às instalações  do Jornal da Madeira para denunciar o que considera ser “o único jornal existente onde ainda se pratica a censura”.
José Manuel Coelho, não compreende como é que 38 anos depois da queda do fascismo, na Madeira ainda exista a representação da repressão e da censura. De acordo com o deputado, este matutino é o veículo para as mensagens partidárias do Governo e do PSD. Referiu-se ao administrador, chamando-o de fascista e censor do regime. O deputado da Voz do Povo salienta que se trata de alguém protegido pelos tribunais e pelo Ministério Público na Madeira.
Coelho não entende como, numa terra em que existem 40 mil desempregados (número revelado pela USAM), poderá o Jornal da Madeira receber três milhões de euros por ano, 250 mil euros por mês, 8.334 euros por dia. Enquanto que, por outro lado, milhares de pessoas vivem com menos de 434 euros por mês, milhares de pensionistas vivem com pensões sociais de 195,40 € por mês e milhares de pessoas vivem com pensões de invalidez na ordem dos 254 euros mês. Todas estas pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza!
O deputado da Voz do Povo afirma que, enquanto um jornalista ganha mil euros, “os escribas do regime” têm avenças de cinco mil para escrever o que Governo e PSD pretendem.
Chegou à altura de dizer BASTA à corrupção. Abaixo o fascismo e a censura, defende a Voz do Povo.

ENGENHEIRO DE JARDIM TENTA FUGIR À GNR

QUADRO DIRIGENTE DOS SERVIÇOS DO GOVERNO TENTAVA FUGIR COM DOCUMENTOS

Numa altura que a GNR já estava a selar o edifício da extinta Secretaria Regional do Equipamento Social, um engenheiro que faz parte dos quadros do Governo corrupto de Jardim foi interceptado por elementos da Guarda Nacional Republicana quando tentava fugir com documentação considerada importante para a investigação às “contas da Madeira”.
A máxima que Jardim costuma aplicar “quem nada deve, nada teme”, há já muito tempo que  deixou de fazer sentido quando é prenunciada por si. Se não tivesse nada a esconder, porquê fugir com a documentação? Porque foi Santos Costa o “primeiro investigador” a chegar e a sair da antiga Secretaria do Equipamento Social?
Jardim deve muito e tem de temer o pior para si e para aqueles que o rodeiam! A se provar os estratagemas orçamentais que o Governo utilizou para fazer obras, muitas delas sem utilidade e agora abandonadas, e endividar o Povo da Madeira, Jardim e os seus cumplíces terão de ser responsabilizados por estes actos criminosos de acordo com a lei abaixo mencionada.
Lei 34/87,  artigo 14º
Violação de normas de execução orçamental
O titular de cargo político a quem, por dever do seu cargo, incumba dar cumprimento a normas de execução orçamental e conscientemente as viole:
a) Contraindo encargos não permitidos por lei;
b) Autorizando pagamentos sem o visto do Tribunal de Contas legalmente exigido;
c) Autorizando ou promovendo operações de tesouraria ou alterações orçamentais proibidas por lei;
d) Utilizando dotações ou fundos secretos, com violação das regras da universalidade e especificação legalmente previstas;
será punido com prisão até um ano.”
Jardim e os seus Secretários, num esquema fraudulento para financiar e beneficiar as empresas próximas ao regime, autorizou e promoveu operações de tesouraria e alterações orçamentais proibidas por lei. Corrupção na forma mais evidente.
Nas palavras da Voz do Povo, o Grupo Parlamentar do PTP, para além da questão legal, a ocultação da dívida constituiu uma grave traição ao Povo Madeirense. O Governo Regional, ignorou e mentiu àqueles que sempre confiaram em si. Perante todos os Portugueses, perante todos os Madeirenses, Jardim, em primeiro lugar, negou existir uma dívida colossal nas finanças regionais, para, posteriormente, assumir que ela existia, chegando mesmo a dizer que ainda bem que iriam averiguar as contas, pois estava de consciência tranquila. Fez o que tinha de ser feito, disse o líder do regime.  Mentiu, enganou e roubou o Povo Madeirense para favorecer empresas e pessoas próximas do seu (des)governo, salienta a Voz do Povo.
Estaremos próximo do fim do regime jardinista, pergunta a o PTP?

A VOZ DO POVO  não se cala até que correr com todos os corruptos e os ladrões que assombram a vida do Povo  Madeirense.

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