REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

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“DOUTOR” JARDIM DIZ QUE NÃO FALA COM “PATAS RAPADAS”

Jardim abana o dedo, abana o dedo, ameaçador…

Jardim zurzindo o comprido e ameaçador dedinho indicador, insultou todos os presentes gritando: “Eu não falo com patas rapadas. Um doutor não fala com patas rapadas”.

Jardim insultou Coelho e logo de seguida insultou todos os presentes que o apupavam e vaiavam ruidosamente: “Eu nao fala com patas rapadas”.

Jardim não fala com os “patas rapadas” Bombeiros, Jardim não fala com os “patas rapadas” com ordenados em atraso, Jardim não fala… discursa extensos monólogos rodeado de policias à paisana.

Fazia muito calor, Albertinho estava assustado e teve uma alucinação, um flashback, pensou que estava com o Tio Cardoso e exclamou: “um doutor não fala com patas rapadas, eu sou um doutor”

Na sua demência terminal, sozinho, assustado e irritado, Jardim acabou por insultar todo o Povo Madeirense com este ataque de arrogância, próprio de de um verdadeiro ditador fascista.

Jardim, na sua senilidade pensava que estava no tempo de Salazar quando acompanhava o seu Tio Fascista Dr. Agostinho Cardoso para as reuniões da União Nacional no Ateneu. Alucinado e em choque, por momentos Alberto pensou ter de novo 18 anos e teve um fenómeno de regressão, julgando estar a ser insultado pelos colonos quando entrava com o Tio Cardoso para o carro preto do governador.

Alberto João Jardim encheu os bolsos dos senhores empresários do regime, amigos e toda uma outra estirpe de chulos do PPD/PSD. Jardim, Doutor, e esses senhores estão bem financeiramente, vivendo em mansões luxuosas e com muito dinheiro, roubado ao Povo, depositado numa conta bancária algures num paraíso fiscal guardado para a posterioridade, enquanto que os “patas rapadas”, gente a quem não dirige a palavra,  não têm dinheiro para pagar as contas, a casa, nem para alimentar os seus filhos!
O ditador não respeita o Povo Madeirense! Mostrou a sua verdadeira faceta ao agredir  verbalmente o Povo e ao revelar o seu complexo de classe.

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COMBUSTÍVEIS AINDA MAIS CAROS PARA ENRIQUECER LADRÕES

AUMENTA O IMPOSTO SOBRE OS COMBUSTÍVEIS PARA FINANCIAR EMPRESAS DO REGIME

É já na próxima semana que o preço dos combustíveis vai aumentar novamente. A gasolina 95, que custa actualmente 1.77€, a partir de segunda-feira terá um custo de 1,81€ por litro. Um verdadeiro assalto ao bolso do Povo Madeirense.
Jardim argumenta estes aumentos como uma exigência do Programa de Ajuste Financeiro à Região Autónoma da Madeira. Contudo, o Grupo Parlamentar da Voz do Povo, PTP, já denunciou anteriormente que, mais de um terço deste valor será cobrado pelo Governo Regional. Esse dinheiro servirá para pagar a dívida que Alberto João Jardim gerou e ocultou durante décadas ao Povo Madeirense. Para além disso, parte deste imposto cobrado sobre os combustíveis servirá para pagar 120 milhões de euros por ano às Parcerias Público-Privadas, ou seja, dar dinheiro dos contribuintes Madeirenses às empresas Via Litoral e Via Madeira, que tem como sócios, para além das empresas que construíram as vias, têm ainda os bancos e os grandes empresários Madeirenses ligados ao poder ditatorial de Jardim, Jaime Ramos e Avelino Farinha.
O Povo Madeirense está a ser explorado para enriquecer ainda mais os mamões que gravitam à volta deste Governo corrupto e ladrão.
José Manuel Coelho apela à revolta do Povo Madeirense. A Voz do Povo diz BASTA à corrupção, ao compadrio, à mentira e ao roubo do Povo Madeirense!

SECRETÁRIO DE JARDIM ENGANA AGRICULTORES

O SECRETÁRIO MANUEL  ANTÓNIO CONVOCA AGRICULTORES PARA INICIATIVA POLÍTICA COM MEIOS PÚBLICOS

O Grupo Parlamentar da Voz do Povo, PTP, esteve em Gaula, Santa Cruz, para denunciar mais uma iniciativa que considera ser um acto de promiscuidade do PPD/PSD.
O Secretário Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia, que deu por lema à sua Secretaria  “Fazer o Futuro”, está a enganar o Povo Madeirense.
Numa acção política do PSD, Manuel António, reuniu com os agricultores de Santa Cruz, na sede do PSD de Gaula, para divulgar os apoios que lhes foram concedidos através de fundos comunitários da União Europeia. Nesta iniciativa, José Manuel Coelho revela a promiscuidade entre o poder do Governo Regional e os interesses partidários do PSD, que acabam por se confundir. Estes governantes do PSD, frequentemente utilizam os meios públicos para fazer acções de campanha partidária. Manuel António, “faz o futuro” do PSD, utilizando recursos e bens públicos da Região Autónoma da Madeira.

DIÁRIO DA ASSEMBLEIA DE 17 DE ABRIL: PALAVRAS DE ORDEM EM NOME DA DEMOCRACIA

A VERDADE QUE A DITADURA QUER ESCONDER

Transcrição das palavras dos deputados José Manuel Coelho, Raquel Coelho, José Luís Rocha e do Presidente da Assembleia, Miguel Mendonça.


O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- (minuto 15.12) Sr. deputado Coelho do PTP.

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Obrigado, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados.Eu acho curioso, quando Sua Excelência, o Sr. Presidente da Assembleia, já se dá ao luxo de, abreviadamente, me tratar não por José Manuel Coelho, mas por Coelho. Naturalmente, tem de ser assim, porque o Sr. Presidente está em guerra aqui com o Grupo Parlamentar do PTP. Ainda recentemente, o Sr. Presidente da Assembleia exclamava irado, “guerra é guerra”. Tem de combater o Coelho. Bem haja!

Mas de maneira que, voltando a este assunto do Conselho de Concertação Social, aqui proposto pelo CDS- Partido Popular, a nossa opinião é outra bastante diferente. Vamos votar contra esse Conselho de Concertação Social. O Povo Madeirense não precisa desse Conselho de Concertação Social. Precisa de se revoltar contra o regime jardinista. Já basta de abusos sobre o Povo Madeirense. Nós vamos discutir no Conselho de Concertação Social o quê? Os aumentos que têm sido feitos pelo governo jardinista, pelo regime, para pagar as riquezas injustas do Sr. Jaime Ramos, do Sr. Coito Pita, do Sr. Tranquada, dos Sousa dos Portos, que enriqueceram escandalosamente ao longo destes anos todos, com milhões e milhões de euros. Estão a canalizar esse dinheiro para o estrangeiro, não investem na sua terra, não resolvem o problema do desemprego. Vão para Cabo Verde, vão para Angola, vão para o Brasil. Têm o dinheiro nos seus offshores, não pagam impostos na Região. Até o Sr. Miguel de Sousa, que é um grande empresário do regime, leva as suas empresas de cerveja lá para São Tomé e Princípe, que não paga impostos na Madeira. O que é que estes Senhores querem? Ainda querem Concertação Social? Discutir com esta gente? O Povo tem que se revoltar contra estes cavalheiros, porque estes senhores só protegem os grandes senhores do dinheiro. Protegem os lucros do Sr. Jaime Ramos e do filhote, do Sr. Tranquada que não sabe onde deita dinheiro. Temos…

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado, se faz favor …(ilegível)

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- …temos de combater…combater estes aumentos escandalosos de impostos..

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado tem moderar os termos da sua intervenção.

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Vou moderando já. Olhe vou já dizer outra coisa, como é que se pode admitir que se esteja a pagar Vinte e Cinco euros e Oitenta Cêntimos (25,80€) por uma garrafa de gás de Treze quilos (13 Kg), enquanto nos Açores se pagam Dezasseis Euros (16€). Para onde vai esse dinheiro? Pagar as dívidas acumuladas pelo regime jardinista, para encher as empresas do Sr. Jaime Ramos, do Avelino Agrela e de outros tubarões do regime. que os Madeirenses têm de pagar isso tudo. Não está certo! O Sr. está em guerra, em guerra (Sr. José Manuel Coelho do PTP referindo-se ao Sr. Presidente Miguel Mendonça)….

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado tem que…tem que…

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Vossa excelência está em guerra, em guerra com o Coelho….

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado pessoaliza as suas intervenções….

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):-  Deixe-me acabar…vou moderar…vou moderar o meu discurso…

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado pessoaliza as suas intervenções e não o deve fazer. O Sr. deputado pessoaliza as suas intervenções e não o deve fazer….

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Mas tem de ser.  A política é feita por pessoas. Esses Senhores estão ricos à custa da miséria e da desgraça do Povo Madeirense. O que é que a gente vai discutir no Conselho de Concertação Social. Não temos nada para discutir. Temos é que por a gente fora do governo…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):-  Dê carga neles, continue….

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- O Senhor está a fazer a factura……o Sr. está a fazer a factura…

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Se o Sr. deputado continuar a pessoalizar as suas intervenções…(ilegível)

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Já vou virar a outra página…outra página. Veja outra coisa. Sr. Presidente, Senhoras e Senhores deputados, como é que se admite que nós os madeirenses tenham que pagar metade da gasolina de imposto ao Governo Regional. Um terço do Gasóleo ao Governo Regional. Para onde vai esse dinheiro, para as parcerias público privadas, para pagar Cento e Vinte (120) milhões de euros ano a essas empresas da qual o Sr. Jaime Ramos também tem comissão. Que são essas empresas que estão a devorar os impostos dos Madeirenses, meus amigos. A gente não tem nada para discutir nada no Conselho de Concertação Social. Nós temos é que fazer a revolução…

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Sr. deputado….

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- (ilegível)… A verdade dói…..

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- …Vamos agora pagar mais impostos, gás mais caro, gasolina mais cara, para o Sr. Presidente ter dois ordenados…é uma vergonha, dois ordenados. Arranjou um tacho…isto é uma vergonha o que se passa aqui dentro meus amigos….pronto….não digo mais nada que o Sr. está em guerra comigo…Guerra é guerra…pronto…

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):-  Acabou o tempo da chincana. O tempo da chincana acabou o tempo….

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- O tempo da chincana…você acha isto chincana?

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):-  Isto que está aqui é pior que na tropa…Na tropa é que há censura. Isto é uma sociedade castrense, não lhe convém. Você deixe de fazer censura que você não é dono do Parlamento. Os deputados são livres e não podem ser censurados nas suas interlocuções. Lembre-se disso. Você não faça censura….

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado se faz favor de não perturbar os trabalhos….

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Ele não está a perturbar nada….

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- Estou a fazer um ponto de ordem à mesa, estou a fazer um ponto de ordem à mesa….ponto parágrafo, ponto parágrafo….

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Sr. deputado se faz favor…não perturbar os trabalhos senão mando o retirar da sala….


A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Aqui ninguém se cala…! A gente está aqui a representar Dez (10) Mil pessoas….


O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- É muito sensível à crítica? Você tem de aceitar à crítica como faz aos outros…e você acabou de fazer aos outros…um deputado no pleno uso da palavra foi interrompido por si…já várias vezes.

Mas porquê que você se ofende com o que eu digo?

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- O Sr. deputado está a perturbar os trabalhos, faz favor de retirar o Sr. deputado da sala (ao minuto 20.20).

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- Vai tirar o quê? O que é que o senhor vai tirar?…Ponha-se a andar para a rua…ponha-se a andar para a rua…(referindo-se aos funcionários da Assembleia)

O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):-  Sr. deputado…..(ilegível)


O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Vai-te embora…vai te embora… (referindo-se aos funcionários da Assembleia)

(muita confusão e violência)

FUNCIONÁRIO DA ASSEMBLEIA:- Aquilo é seu, tudo o que tiver é seu….

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- larga…larga…larga….

(muita confusão e violência)

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Sai daqui….(referindo-se ao funcionário da Assembleia)

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- Põe-te andar daqui! Eu não saio daqui. Eu tenho pleno uso do meu direito de fazer uma interpelação à mesa…..Acabou! Vai te embora (referindo-se ao funcionário da Assembleia) que eu não vou para a rua….Vai-te embora que eu não vou para a rua…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Gente suja…gente suja…Criminosos! Maltratam os deputados que estão aqui a defender o Povo. Você está a tirar Dez (10) Mil pessoas daqui do Parlamento! Agride as pessoas física e psicologicamente…(referindo-se ao Presidente da Assembleia, Sr. Miguel Mendonça)

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- O teu trabalho aqui dentro não é este… O teu trabalho aqui dentro não é este…o teu trabalho não é fazer de cacique de ninguém (referindo-se a um dos funcionários). É pau mandado….

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- É assim mesmo…guerra é guerra…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Eles querem guerra vão ter guerra……Onde é que isto se aceita…não acho isto normal.

Ele fez-lhe sangue? Já viu? (referindo-se ao deputado José Manuel Coelho)

O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Tenho que ir lavar…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Isto é uma ordinarice esta casa!

Cala-te sua suja! Cala-te sua malcriada. Não és senhora, não és nada. Tem vergonha, tem vergonha! Qual é a moral que tu tens para me dirigir a palavra. Qual é a moral que tu tens? Não te atrevas a me dirigir a palavra, a se quer olhar para mim. Quem és tu? (referindo-se à deputada Rafaela Fernandes do PSD).

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- Até parece que sou um estrangeiro cá dentro. Como é? Isso que está aí faz parte do ofício…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Faça o seu papel que você também é fresco…

Isto é que é uma gente cheia de dignidade…

Aqui a maltratar uma pessoa. Uma pessoa aqui a defender o Povo, em nome da Madeira, é maltratada, ofendida, desrespeitada. Nem sequer pode falar, nem pode fazer as suas intervenções….

Desculpe Roberto, a gente tem uma certa razão….O Rocha tem Sessenta e Sete anos (67), pelo Amor de Deus, há limites. Há limites para a sujidade…

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):- há limites, mas sou uma pessoa como outra qualquer…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Acho que o Sr. não está de acordo com o que aconteceu agora. Acho que ninguém decente está de acordo…ninguém decente, ninguém de bem…Que isto é uma pura violência, uma pura violação…

Se não quer ouvir saia…Ou também vão me tirar daqui à força?

O SR. JOSÉ LUÍS ROCHA (PTP):-  Isto é feito para homens não é para gente fina…

A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Sente-se muito ofendida, mas não se sente ofendida com as brutidades que se passa na sua bancada!? Não se sente ofendida! Sente-se ofendida com isto.

Vocês acham isto divertido, não acham?(referindo-se aos deputados do PSD).

Fim de citação.

 

O Sr, Presidente da Assembleia considerou que o deputado José Manuel Coelho tinha tido uma linguagem menos própria. Quais são as palavras que neste discurso são menos próprias por parte do deputado? Que actos é que são menos próprios? A verdade está aqui descrita, sem omissões. Esta é a VERDADE  que a Voz do Povo quer revelar a todos.

RAINHA DE INGLATERRA QUER CENSURA TOTAL NO PARLAMETO

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA QUER IMPEDIR JORNALISTAS DE REVELAREM A VERDADE

O actual presidente da Assembleia Legislativa Madeirense, o Rainha de Inglaterra, quer condicionar o trabalho dos jornalistas, impedindo-os de recolher imagens, fotos e vídeos,  numa clara tentativa de censurar a realidade dos acontecimentos que ocorrem dentro da “casa da Democracia”.

Miguel Mendonça quer aprovar um regulamento que, tal como em qualquer ditadura, visa sobretudo eliminar dados sobre a realidade e passar para o exterior daquele órgão de Soberania, apenas aquilo que interessa ao regime instalado, aos interesses da corrupção, isto é, querem ocultar a VERDADE.

O Governo corrupto, O PSD mamão e o Sr. Presidente da Assembleia senil e decrépito, na sequência dos últimos acontecimentos com José Manuel Coelho e os restantes deputados do Grupo Parlamentar do PTP, tentam silenciar A VOZ DO POVO. Não querem que sejam reveladas as verdades que andaram a ocultar durante três décadas ao Povo da Madeira. As mentiras, a corrupção, o compadrio, o roubo, a traição, são atrocidades que estes senhores do PSD cometeram contra o Povo Madeirense e  que a Voz do Povo tem vindo a denunciar e a expor a todos os Madeirenses. Por isso querem censurar tal como a PIDE fazia no tempo de Salazar.

Numa altura que se está quase a comemorar mais um aniversário da Revolução do 25 de Abril, nunca na Madeira se esteve tão distante dos ideias nesta Revolução. Democracia é um conceito que o poder absolutista de Jardim tenta eliminar a todo o custo, de modo a dar continuidade à política dos interesses e do enriquecimento à custa do Povo. José Manuel Coelho, a Voz do Povo, apela a todos os madeirenses que se revoltem contra este estado actual. è preciso acabar com a injustiça social e financeira, com a corrupção e com a ditadura que querem impor ao Povo Madeirense.

Leiam mais na página Diário de Noticias digital: http://dnoticias.pt/actualidade/politica/319997-presidente-da-assembleia-quer-condicionar-trabalho-dos-jornalistas

A VOZ DO POVO AGREDIDA NA ASSEMBLEIA DA MADEIRA

COELHO E DEPUTADOS DO PTP AGREDIDOS E EXPULSOS DO PLENÁRIO

JAIME RAMOS E RESTANTES DEPUTADOS MAMÕES DO REGIME NÃO QUEREM OUVIR AS VERDADES NA CARA…

O Presidente do Assembleia  Regional da Madeira, Miguel Mendonça, também conhecido como a “Rainha de Inglaterra”, mandou calar o Deputado José Manuel Coelho quando este fazia uma intervenção no pleno gozo dos seus direitos e acabou por  expulsar os Deputados do Grupo Parlamentar do PTP, recorrendo à intervenção violenta de três funcionários.

O deputado José Manuel Coelho, no uso da palavra, estava a denunciar as ilegalidades cometidas por membros do PSD que estavam presentes naquela Assembleia. Miguel Mendonça, não querendo que Coelho falasse do assunto, retirou-lhe a palavra.

O Deputado José Luís Rocha protestou contra este acto, considerando uma clara violação do estatuto de deputado e uma afronta à democracia e à própria  Assembleia. O presidente do Parlamento Regional, não querendo lhes dar  mais  tempo de intervenção, manda expulsar Coelho e os deputados do PTP.

Coelho diz que: “A VOZ DO POVO NÃO SE CALA!”

A Deputada Raquel Coelho exclamou: ” Acabam de expulsar 10.000 pessoas do Parlamento”

NOTICIA DE ÚLTIMA HORA: BLACKOUT!

Os serviços da Assembleia cortaram a energia eléctrica no momento em que decorria a agressão e expulsão dos deputados do PTP!

ATENÇÃO – Novo Video Actualizado

 FOTOS DO DIARIO CIDADE

 
 
 
 
 

NOVO COMANDANTE DA PSP JUNTA-SE A JARDIM E TENTA ENGANAR O POVO MADEIRENSE.

PSP EM COLAPSO, COMANDANTE PINTA CENÁRIO COR DE ROSA.

TAL E QUAL UMA AVESTRUZ, MIGUEL MENDES, ENTERRA A CABEÇA NA AREIA. NA PSP ESTÁ TUDO BEM!

Ocultar a VERDADE  tornou-se um hábito na Madeira. Jardim, num estilo inconfundível, deu início a esta prática há mais de trinta anos. De acordo com a expressão popular, “não se pode tapar o sol com a peneira”, Jardim tentou esconder enormes elefantes brancos, mas ficou-lhes a cauda de fora. Mentiu ao Povo madeirense, enganou e roubou. Estava tudo bem! Aqueles que tentaram revelar a VERDADE foram considerados  mentirosos e acusados de traidores da pátria madeirense. Frequentemente perseguidos politicamente, qual inquisição! Eram os agiotas da “Madeira Nova”. Todos os que o rodeavam tinham que alinhar neste esquema de dupla realidade, ou melhor, a verdade, que só descobrimos recentemente, e a mentira que sempre nos contou.  Quem não alinhasse neste esquema seria colocado de parte e não “beneficiaria dos proveitos” de pertencer a um regime corrupto e ladrão. Jamais alcançaria a independência política e social. E pluribus unum, isto é, todos por Jardim, todos pelo tacho! Sim ao servilismo e à obediência cega.

O recém empossado comandante da PSP da Madeira, Miguel Mendes, associou-se a este grande clube de Jardim. O clube da ocultação da verdade!

Em declarações à imprensa, o comandante refere dados enganadores. De acordo com o comandante, tudo está bem no mundo da PSP. A frota de veículos está operacional, existem agentes suficientes para salvaguardar a segurança e os interesses do Povo Madeirense. Nada de mais ilusório. De acordo com dados que chegaram ao conhecimento do Grupo Parlamentar do PTP, A Voz Povo, cerca de 60% da frota automóvel da PSP está parada por falta de manutenção.  As esquadras da Nazaré, Curral das Freiras, Porto da Cruz, Caniço, Camacha e Estreito de Câmara de Lobos esquadras foram encerradas, pois não existiam meios humanos nem técnicos para assegurar o seu funcionamento.  

A juntar a estas preocupações quer para os agentes, quer para o Povo da Madeira, como está tudo bem, o comandante pensa encerrar mais duas esquadras, Ponta do Sol e Porto Moniz. Juntado a isto o Sr. Comandante deveria pensar em pagar aos agentes os serviços gratificados, que os agentes não podem se recusar fazer, que já não é pago há dois anos.

Com o crescente problema de insegurança e aumento da criminalidade, a preocupação do novo comandante não seria agradar Alberto João Jardim, a sua obrigação seria reforçar o número de agentes, dar-lhes  mais meios para combater estes problemas, que são fruto das sucessivas políticas sociais dos (des)governos de Jardim. O que está em questão é a segurança do Povo Madeirense! 


Não podem continuar a enganar e a humilhar o POVO Madeirense. Chega de brincar com a vida do POVO. É tempo de dizer BASTA!

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