REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR DO PTP-MADEIRA

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ADVOGADOS SANGUESSUGAS DO JARDINISMO CHUPAM TOSTÕES DAS VITIMAS DA COLONIA

O “Regime de Colonia” na Região Autónoma da Madeira nunca foi extinto.

O prazo legalmente dado aos colonos para adquirem a sua terra foi curto de mais, tendo em consideração a época e a situação económica que os caseiros estavam sujeitos.

Foram raros os casos de caseiros que na altura tiveram condições económicas para adquirem os terrenos, pois, para além das poucas possibilidades financeiras que tinham,  desconheciam muitos pormenores da legislação.

Na época, os caseiros tinham uma associação que os representava muito bem, contudo não tinham a forma mais correta para comunicar com os caseiros. Aliás, este parlamento deveria atribuir uma medalha aos lutadores que se sempre pugnaram pelo fim do “Regime de Colonia” na Madeira, em particular a grande lutadora, Inês Afonseca, entre outros, como o senhor Vicente Freitas e o ex-deputado, padre Mário Tavares.

Infelizmente, ainda hoje, há pessoas que sofrem as consequências da colonia. No final do ano passado, as Finanças em Câmara de Lobos, hipotecaram e colocaram em leilão público terrenos e habitações de pessoas que nunca conseguiram registar os seus terrenos e habitações, pois o senhorio tinha dívidas e as Finanças hipotecaram o que legitimamente não era do senhorio, mas que legalmente continuava em seu nome. Noutros casos, existem outras pessoas que querem construir, mas que não podem fazer porque o título de propriedade ainda está no nome do senhorio.

Aqueles se quiserem legalizar a sua situação, só lhes resta uma alternativa: encher os bolsos dos senhores advogados Tranquada Gomes e Coito Pita, os advogados dos atuais senhorios.

Os ladrões continuam a perseguir os caseiros.

 

CDS JUNTA-SE AO PSD PARA LANÇAR A MISÉRIA SOBRE O POVO

José Manuel Coelho na  intervenção plenária acusou o CDS e José Manuel Rodrigues de hipocrisia e de serem os co-responsáveis pela pobreza e miséria do Povo Madeirense e de todo o Povo Português.

Enquanto Deputado na Assembleia da República, José Manuel Rodrigues votou propostas que aumentaram a austeridade. Agora, sob a capa de “menino bem comportado”, regressa à Madeira, e ao Parlamento Madeirense para se posicionar ao lado das políticas do PSD regional.

O desemprego, aumenta diariamente e a uma velocidade nunca imaginada. Os salários são reduzidos e no privado muitos encontram-se em atraso.

A ação social é cada vez mais reduzida. A exclusão social já não é uma situação esporádica, mas sim um beco sem saída para milhares de pessoas graças às políticas de direita.

Paulo Portas e José Manuel Rodrigues podem dormir descansados, conseguiram os seus objectivos ideológicos.  É quase um milagre ser atribuído o RSI – Rendimento Social de Inserção.

O subsídio de desemprego sofre cortes na duração e na quantidade. Pedro Mota Soares, Ministro do CDS, até Domingo à noite um subordinado do senhor José Manuel Rodrigues, Vice-presidente do partido, veio à televisão afirmar com toda a demagogia reconhecida dos partidos de direita, que com a possibilidade de actualização dos rendimentos do agregado familiar, previa que mais 150 mil crianças beneficiassem do abono de família. O demagogo Soares de direita esqueceu-se de dizer que foi ele que retirou o abono que era um direito de todas as crianças, adolescentes e jovens em período escolar. O CDS destrói o Estado Social e depois criam a propaganda de um CDS solidário que atribui esmolas aos pobres que ele próprio fabricou. O CDS é uma fábrica intensiva de criação e manutenção de pobres.

A pobreza e a exclusão social é uma realidade indesmentível que reina na Região Autónoma da Madeira, mas há responsáveis directos por esta situação que chegou a este País. Se fizéssemos uma análise há retirada de direitos à classe mais desfavorecida, veríamos que tem o punho do PSD e do CDS.

Chegou à hora do Povo Português, e em particular dos Madeirenses, dizerem basta de falsos profetas e de elegerem governos que defendam uma mais justa repartição da riqueza. Que fomentem as políticas de emprego, que valorizem os salários, que respeitem os reformados, que apoiem a educação e a saúde.

Chegou à hora de elegerem políticos que se envergonhem da pobreza e da exclusão social. É a hora da mudança!

MADEIRA PRECISA DE LEI DE FINANÇAS QUE ACABE COM ROUBOS DE JARDIM

Raquel Coelho, na sua intervenção em plenário, criticou a ausência da Assembleia Legislativa da Madeira na discussão de propostas que são de suma importância para a Região Autónoma da Madeira e para o Povo Madeirense. A Líder Parlamentar referia-se a um  dos mais importantes instrumentos legais para o funcionamento da Autonomia: a Lei das Finanças Regionais.

O financiamento da Região Autónoma da Madeira e as leis que, ao longo da autonomia deram suporte a esta matéria, nunca impediram o regabofe das contas regionais. O Governo de Cavaco Silva, em 1990 é descoberto o primeiro caso de ocultação de dívida no valor de 23 milhões de euros. Em 1995, a divida regional subiu para quase 790 milhões de euros. Nem o senhor Silva meteu juízo no senhor Jardim. O padroeiro da Madeira, engenheiro António Guterres, em 1998, aprovou a primeira Lei de Finanças Regionais e perdoou 550 milhões de euros da dívida, no ano seguinte mais 60 milhões ao Serviço Regional de Saúde.

Em 2002, foram perdoados mais 20 milhões de euros. Apesar de todos estes perdões de dívida, em 1996 o Governo de PSD devia 933,5 milhões de euros e em 2002 esta dívida era de 835, 2 milhões de euros. Durão Barroso e Santana Lopes criaram a Lei Orgânica 2/2002, que impõe o endividamento líquido nulo e em troca pagaram mais de 32 milhões de euros da dívida. O Chico esperto do Governo Regional, rapidamente contornou a lei de endividamento nulo e criou 4 sociedades de desenvolvimento. Em 2011, a dívida regional ultrapassava os 8 mil milhões de euros.

É necessário urgente uma Lei de Finanças Regionais transparente, mas também eficaz na fiscalização das instituições do Governo Regional. Não se pode confiar num Governo com um passado como este, conclui Raquel Coelho.

OS “TROCADILHOS” DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

O Grupo Parlamentar do Partido Trabalhista Português na Assembleia Legislativa da Madeira sempre se assumiu como uma verdadeira alternativa política na Região Autónoma da Madeira. O principal objectivo desta representação parlamentar sempre foi defender os interesses do Povo, dos mais necessitados e falar SEMPRE A VERDADE, daí que a sua máxima sempre foi dar voz aos que não têm voz.
No entanto,  a máxima popular de “quem diz a verdade não merece castigo”, não tem sido aplicada ao PTP. Na sua campanha de denúncias, de expor as incongruências que minam este sistema político do Jardinismo, a corrupção que infesta Governo,  Câmaras e empresas “amigas da autonomia”, o PTP, sempre encontrou vários obstáculos, mas nunca considerou abandonar a sua luta. O PTP e os seus Deputados têm sido sempre  castigados e perseguidos quer pelos caciques do PSD quer pelos tribunais, ao expor a verdade.
Nesta campanha de derrubar o Jardinismo, a corrupção e por termo aos sucessivos roubos ao Povo Madeirense, o PTP julgou ter encontrado um aliado neste combate, o Diário de Notícias da Madeira, que com o seu jornalismo de investigação, frequentemente denunciou algumas falcatruas do regime.
Contudo, o Diário, em algumas situações, e não seguindo o rigor da pratica jornalistica de expor os factos, junta algum sensacionalismo aos seus artigos, induzindo os leitores em erro sobre o a verdade dos acontecimentos. tomemos como exemplo a notícia da edição impressa, na secção de política, do dia 17 de Outubro de 2012, versando sobre o PTP, cujo o título desvirtuou o conteúdo jornalistico e a verdade dos acontecimentos. Podia-se ler no cabeçalho da notícia que “”Jogos de vídeo” fazem adiar apoio a desempregados”. Ora, sabemos e compreendemos perfeitamente que, por vezes, é difícil encontrar um título que espelhe o conteúdo da notícia, no entanto também sabemos que esses títulos não podem induzir em erro os leitores sob forma de prejudicar os visados nos artigos. Pois, foi justamente o que aconteceu, o título do Diário de Notícias sugeria que os Deputados do PTP estariam a jogar um videojogo e que isso teria impedido de aprovar um diploma que criava apoio financeiro aos desempregados, o que não é verdade.
A questão de fundo, e que originou polémica, estava relacionada com um compromisso democrático assumido entre o PTP, os partidos com representação parlamentar e a Mesa da Assembleia, sobre as transmissões na íntegra das sessões plenárias através da Internet. Acordo que não estava a ser cumprido, pois existiam falhas na transmissão,  anomalia assumida pelos próprios técnicos da Assembleia Legislativa da Madeira. O PTP, em prol da liberdade democrática, do direito a dar a conhecer o trabalho desenvolvido dentro do parlamento Madeirense e do acesso livre, sem omissões e  sem censura à informação, retomou as filmagens com os seus equipamentos, tal como vinha fazendo até àquela data. Contudo, o senhor Presidente da Assembleia, Dr. Miguel Mendonça,  pediu o cancelamento das filmagens do PTP, sem dar oportunidade à Deputada Raquel Coelho para explicar porque retomara as emissões em directo dos trabalhos.
O Diário de Notícias, como se pode depreender, e após a elucidação destes acontecimentos, induziu os seus leitores em erro com grave prejuízo para a boa imagem do PTP Madeira. O que este Grupo Parlamentar estava a fazer, nem era tentar travar a discussão de um diploma que é tão importante na defesa dos mais desfavorecidos, uma das nossas lutas, mas  defendia um direito democrático.  O senhor Presidente da ALRAM procedeu mal, interrompendo injustificadamente os trabalhos e o Diário de Notícias  fez um título que, tal como já acontecera anteriormente, denegriu a boa imagem do Grupo Parlamentar do PTP e dos seus Deputados.
Não obstante, este Grupo Parlamentar continuará a contar com o Diário de Notícias para revelar as verdades escondidas durante demasiado tempo pelo Jardinismo e  no combate  à corrupção. Contamos com o Diário para ser uma referência entre os meios de comunicação regional e nacional,  destacando-se de outros órgãos de comunicação social, como o “vizinho” Jornal da Madeira” que se subjuga aos interesses e à agenda política do autoritário PSD.

POLÍCIAS FLORESTAIS OBRIGADOS A PRESTAR SERVIÇO AO PSD

FESTA DO CHÃO DA LAGOA PATROCINADA COM TRABALHO GRATUITO DE POLÍCIA FLORESTAL

 

Rocha da Silva coça a cabeça a pensar como se vai livrar do Coelho

O Deputado do PTP revelou que os Polícias Florestais estão obrigados a prestar serviço à Festa do PSD na Herdade do Chão da Lagoa, mantendo e vigiando aquele espaço por altura da realização daquele evento.

Coelho realçou que não se trata de uma situação ilegal a prestação de serviço a privados ou outras entidades. Contudo, é imoral requisitar o serviço àquela força e não pagar. Como referiu, é um serviço gratificado, são horas extra laborais que  os Polícias Florestais não recebem desde 2009  pelos serviços prestados ao PSD.

José Manuel Coelho relembra a Rocha da Silva que os Polícias Florestais são funcionários da Região e não funcionários do PSD.

 

Assuncao Esteves Fan de Coelho?

Um dia gostava de enfrentar o Manuel Coelho…

Assuncao Esteves Recebeu Coelho, Mas nao lhe tirou o Megafone…

A Presidente da Assembleia da Republica, Assuncao Esteves, fez questão de receber pessoalmente o Deputado José Manuel Coelho do PTP e o seu Grupo Parlamentar que se deslocou a Lisboa para apresentar queixa junto das Autoridades da República dos actos de Violência e privação da Liberdade de que foram alvo na Sessão Solene Comemorativa do Dia da Região.

A Presidente da Assembleia da República liga a Miguel Mendonça
A Presidente da Assembleia da República recebeu a missiva escrita que Coelho lhe entregou e garantiu que embora nao tenha competências Constitucionais, iria telefonar pessoalmente ao Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira para lhe dizer qual a sua opinião acerca do bom funcionamento Democratico de um Parlamento. Um puxão de orelhas à moda antiga, ainda por cima de uma Senhora, pode ser eficaz para alguns meninos mal comportados e intolerantes.
Com o seu gesto de tolerância e diplomacia, Assuncao Esteves ja deu uma grande lição democrática a Miguel Mendonca.

Os deputados do PTP embora nao tenham sido recebidos por Cavaco, nem pelo Ministro da Administração Interna, nem pelo Procuradoria Geral da Republica, apesar dos seus insistentes pedidos por carta e via Megafone, acabaram por ter uma audiência da segunda maior figura da Republica Portuguesa, que substitui o proprio Presidente da Republica quando este se ausenta do Pais. E ainda fizeram um paralelismo do comportamento democrático da titular deste alto cargo da Nacao com o seu homologo na Assembleia Legislativa da Regiao Autonoma da Madeira.
Ate podemos nos interrogar: se Assuncao Esteves consegue dirimir os conflitos de interesses e complexidades da Assembleia da Republica, Miguel Mendonca nao consegue fazer o mesmo na nossa Assembleia Legislativa?

A Presidente Assuncao Esteves nao so autorizou a livre circulação do deputado Coelho e dos parlamentares do PTP pelos corredores da Assembleia da República como mandou uma assessora as Galerias do Publico para comunicar ao deputado Coelho que desejava recebe-los no intervalo da Sessão Plenária ou no final dos Trabalhos.
Ironia do destino: o PTP fartou-se de pedir audiencias, mas acabou por ser recebido apenas pela entidade a quem não pediu audiência…
A reunião acabou por acontecer no final do Debate da Nação e a Presidente deu ordens expressas aos servicos de segurança da Assembleia para que os deputados do PTP fossem tratados com toda a dignidade e liberdade de movimentos.

Assuncao Esteves recebeu os deputados Coelho, Rocha e Raquel no seu gabinete após o encerramento do Debate e saudou o Grupo Parlamentar do PTP por terem visitado a A.R. Embora ainda um pouco impressionada pelo arrojo e ousadia dos deputados do PTP em irromperem pela A.R. de Megafone em punho, nao escondeu uma certa admiração pelo seu entusiasmo em defender a democracia e ouviu atentamente as suas declarações sobre os acontecimentos ocorridos na Assembleia Legislativa da Madeira e sobre o mau funcionamento deste Orgao máximo da Autonomia Madeirense.

A Presidente confessou que ficou surpreendida com a chegada dos Deputados Madeirenses do PTP, pois recebeu diversos telefonemas dos Grupos Parlamentares que aterrorizados, altertaram Assuncao Esteves para o facto de Coelho andar livremente pelos corredores de Sao Bento com um perigoso Megafone amarelo preso ao pescoço. Alguns Grupos Parlamentares, mais à esquerda, chegaram ao ponto de exigir a Mesa da Assembleia que fosse retirado o megafone do pescoço de Coelho porque este artefacto no seu entender era uma ameaça, podendo estar a preparar-se um qualquer numero escandaloso que iria perturbar o bom funcionamento da Assembleia da Republica, estragar o importante Debate da Nacao e … derrubar o Governo do Coelho rival… A Presidente Assuncao manteve-se calma e ordenou que nao tocassem no Megafone “made in China” nem nos Deputados Madeirenses pois o melhor era nao dar importancia, esvaziando assim o temido numero a moda da Madeira.
Ainda por cima o Megafone era de fabrico Chinês e o Primeiro Ministro ainda não conhecia a posição da Troika.

Mas, afinal os medos dos Grupos Parlamentares de Esquerda não se justificaram, pois Coelho apenas fez um protesto pacifico e transportava o megafone ao pescoco porque nao tinha onde guardar o objecto… pois ainda não tem cacifo na Assembleia da Republica…

A Presidente Assuncao Esteves ainda reconheceu que acompanhava fervorosamente as aventuras de JM Coelho e do seu homólogo Miguel Mendonça, interrogando-se como enfrentaria os metodos do PTP se estes porventura chegassem um dia à sua Assembleia… Agora que enfrentou este seu velho “pesadelo”, confessou que até tinha uma grande simpatia pelos Trabalhistas e que ainda estava maravilhada com o crescimento exponencial do PTP que nas ultimas eleicoes passou de 1 (ou 0) deputados para um grupo parlamentar de 3 elementos, na quarta força politica Madeirense e tudo isto numas eleicoes de estreia do novo Partido na Regiao.

Agora que Assunção enfrentou a sua fobia de enfrentar Coelho, ainda por cima de Megafone, ja pode dizer ao seu Colega Miguel Mendonça que este está exagerando nos seus histerismos e comportamentos desmedidos que utiliza para enfrentar o PTP.

Jose Manuel Coelho regressa feliz à Madeira na certeza de ter demonstrado à Nação que efectivamente vivemos numa Região onde nao existe uma verdadeira Democracia.
Afinal contribuiu para um melhor quadro demonstrativo do Estado da Nação descrevendo o Estado da sua Região Autónoma da Madeira que teima em se manter numa falsa Democracia governada por um Ditador.

Coelho uma vez mais quebrou o silencio ensurdecedor da Nação sobre o Estado Anti-Democrático da Madeira
Afinal contribuiu para um melhor quadro demonstrativo do Estado da Nação descrevendo o Estado da sua Região Autónoma da Madeira.

SIC – “José Manuel Coelho é dos poucos que tem coragem de enfrentar Jardim”, Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares Da Razao a Coelho

Miguel Sousa Tavares Da Razão a Jose Manuel Coelho nos seus protestos contra Jardim

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/miguelsousatavares/article1637114.ece

Miguel Sousa Tavares Apoia Jose Manuel Coelho nos seus protestos contra Jardim
“Na Madeira vive-se uma situação de Ditadura Democrática
“O Dia da Madeira confunde-se com uma festa do PSD-Madeira”
“Quaisquer das regras que se aplicam a Assembleia Regional da Madeira se fossem aplicadas aqui na Assembleia da Republica seria um escandalo publico e o Presidente da Republica já teria intervido.”
“Não existe qualquer normalidade Democrática na Madeira. Vive-se uma situação de excepção Democrática.”

VIDEO DA SIC DISPONIVEL TAMBEM NO CANAL COELHO TV no Youtube:

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